Brilho destacado

Amo quando me chamam de experimento de schrodinger por conta da minha identidade 😍🙈

Brilho destacado

( • _ •)
/ >🍜vc quer miojo?
(ಥ╭╮ಥ)
/ >🍜pega logo, tá quente!

:brilho2travesti: refletiu

:placaAroica: Aroique (ou qualquer versão acentuada): Uma orientação sexual que é influenciada/fortemente afetada por ser arromântique.

Uma pessoa aroica pode ou não saber sua orientação sexual exata, mas de qualquer forma, sua identidade arromântica é fortemente relacionada a ela.

Minha namorada quer que eu participe do podcast dela pra falar sobre neolinguagem, xenogênero, não-monogamia, travestilidade, etc, e quem disse que eu tenho segurança pra isso?

São temas que eu entendo, mas na hora de falar é foda. Parece que meses de estudos focados vão ralo a baixo, e isso meio que desvaloriza o tempo investido nisso.

O maior enigma da língua portuguesa é o N fantasma em "muito".

Quando vão criar um aplicativo de desrelacionamento onde eu possa desconhecer as pessoas?

A roupa de vocês é de homem ou de mulher? A minha é de pano. Não acho certo matar gente pra fabricar roupas. :alpha_dolan:

Amatonormatividade. 

As pessoas são ensinadas a botar suas amizades em segundo plano, e acreditam que qualquer outra forma de afeto que carregue mais intimidade deve ser automaticamente romântica, sexual e monogâmica. Isso limita toda a sociedade a uma possibilidade única de satisfação, e fere especialmente indivíduos arromânticos, assexuais e não-monogâmicos.

Menciona drogas. 

E se o ar que respiramos há drogas que nos fazem vermos o mundo de uma forma que não é real, e alucinógenos permitem as pessoas enxergarem o mundo REAL, tornado elas ilegais? 😳

Passado pra falar que tô feliz. Acabei de ver que uma explicação minha sobre a identidade travesty :placaTravesti: foi pro Orientando! Boa tarde.

No que dia em que os afeminados descobrirem que podem amar e transar com outros afeminados, vai ser tipo a revolução dos bichos, só que gay.

Como será que é a vida de ume proletariade despolitizade? Deve ser tipo: "nossa, estou cansade por trabalhar muito e sem grana. Acho que foi o café que tomei hoje de manhã."

Isso, vai lá abolir gênero reafirmando seu gênero. Vai dar super certo; confia.

:brilho2travesti: refletiu

Maldenominação 

Cis: "mas o Netflix..."
Netflix: "é A Netflix"
Cis: "ok. então a Netflix..."

Cis: "mas a fulana..."
Fulano: "é O fulano"
Cis: "mas é muito difícil lembrar, não consigo me acostumar..."

Link externo para uma publicação sobre variorientação 🌠 

Sobre variorientação, lésbica bi e multiplicidade. 

Boa noite. Só quero dizer que eu me empolguei demais pesquisando sobre variorientação, lésbicas bi e paralelamente sobre o separatismo lésbico.Eu ainda estou empolgada com isso, porque é uma parte da história de uma comunidade da qual faço parte.

É interessante também saber como nossas atração são diversas e complexas, e isso só mostra o quanto várias pessoas não sabem o mínimo sobre nós e elas mesma e que ao invés de pesquisar preferem espalhar ódio, reducionismo e patologização sobre a gente [pessoas LGBTQueer, especificamente a-espectrais].

Aliás, é muito difícil encontrar conteúdos decentes sobre peri e variorientação, mas felizmente pude fazer algo bom. Em breve vou publicar na Múltiplas Identidades.

O que me assusta não é o Bolsonaro. São as pessoas que o querem no poder.

GENTE! AAAAA, tem :brilho2travesti:, :brilho2abro: e :brilho2schrodigenero: e eu só vim ver agora. Posso me casar com Colorides?

:brilho2travesti: refletiu

sobre usos "indevidos" de neolinguagem, postagem longa 

Como eu já disse, não quero policiar o modo como es outres falam ou escrevem, e nem faço questão de preservar as tais normas gramaticais. Caso contrário, eu não apoiaria tanto a neolinguagem como apoio.

É muito elitista exigir domínio pleno das normas. Até porque, no fim das contas, ninguém mais fala a forma mais culta da língua. Ninguém sai por aí falando "fi-lo porque qui-lo", né? E formas "incultas" da língua e outras subversões são também atos políticos. Adoro ver pessoas falando "a gente vamos", escrevendo casa com k e z, mudanças de gênero como em "nossas corpas", o uso de Y no lugar de I como propõe o potyguês, enfim. Tudo isso é válido, tudo isso é político, e tudo isso é a língua sendo viva e diversa e expansiva como deve ser.

Meu problema com usos "gramaticalmente incoerentes" de neolinguagem é porque estou ciente de que não são intencionais. São a mais pura falta de atenção e engajamento. Ninguém nunca propôs embaralhar os gêneros das palavras, mudar gêneros de objetos, ou fazer mudanças em palavras invariáveis; e a proposta de um novo gênero gramatical não veio pra fazer nada disso também. E isso está minimamente explicado em vários conteúdos por aí sobre neolinguagem ou linguagem neutra ou "pronome neutro".

Por isso tudo me incomoda tanto quando me deparo com "meus amigues", "os candidates", "pessoas não-bináries", "artiste", enfim. Errar faz parte, sim. Não estou dizendo que não pode errar. Mas acontece que vejo esses erros frequentemente em diversos lugares, vindo de várias pessoas, e continuo achando muito irritante o quanto gente tão cheia boas intenções quer se jogar numa proposta de linguagem inclusiva sem... estudá-la! Não me incomodaria nada disso se eu soubesse que é alguma subversão pensada. Já vi um ou outro texto fazendo isso com neolinguagem, e fica evidente esse propósito.

E essa falta de atenção e engajamento revela, ainda mais vindo de meios e figuras progressistas ou (supostamente) revolucionárias, um interesse superficial na inclusão de gênero. Está havendo tantos esforços para cortar terminologias opressivas, atualizar termos e expressões, criar conteúdos e falas mais acessíveis, então deveria estar havendo esforços pra usar uma neolinguagem sólida, que realmente rompa com as estruturas binaristas da língua. E esses usos indevidos não preenchem esse propósito.

:brilho2travesti: refletiu

reclamando de mais uma péssima abordagem de neolinguagem, "sistema pronominal" 

Uma coisa que me incomoda muito é quando chamam algum sistema de linguagem de "sistema pronominal". E meu incômodo tem dois motivos:

- mais uma vez essa ênfase no pronome, que é mais um reflexo de importação impensada do inglês.

- sempre ensinam um sistema como se fosse algo absoluto, como se tal pronome acompanhasse apenas tais elementos e ponto final.

Tudo bem que algum sistema feito para servir como linguagem neutra segue uma padronização, mas quando citam outros (quase sempre os mesmos pegos da Wiki Identidades), parecem só umas opções extras avulsas sem uma explicação sobre para que servem (se são de uso universal ou pessoal).

:brilho2travesti: refletiu

menciona termos que remetem a sexo "biológico" 

Eu ainda acho que deveríamos estar abandonando termos biológicos como macho e fêmea - e não apenas pelo histórico, mas também porque são simplificações furadas da real biologia dos organismos.

Mas gosto da ideia de subverter esses termos mudando suas flexões (aliás, essas palavras já foram flexionadas). Então pessoas falando macha, mache, fêmeo, fêmie seria bacana. Como até isso já incomodaria, acho que rompe parcialmente com a carga social cissexista que esses termos têm. Quem quiser usar, use. Não faço questão.

:brilho2travesti: refletiu

questão geracional, monossexismo, exorsexismo, falácia, anacronismo, estresse 

Uma pessoa chega em mim hoje e pergunta sobre a definição de pessoas trans. Tudo bem. E então ressalta que ainda está aprendendo as coisas, pois "tem 37 anos e é da época onde só tinha menino e menina, e hétero ou gay".

Aquilo me incomodou pra caralho, e não é a primeira vez que alguém me fala isso; que tem tal idade e portanto é de tal época onde não tinham tais pessoas.

Acho isso muito muito muito bosta pelos seguintes motivos:

1- a idade não é desculpa pra ser ignorante e nem não entender coisas que "não são de sua realidade".

(só pra constar, eu sei de coisas de antes desse indivíduo nascer, e isso apenas pela boa vontade em pesquisar)

2- a pessoa faz uma associação falaciosa com geração, sendo que pessoas monodissidentes e inconformes de gênero existem e são documentadas há décadas (mais que 37 anos rs), então não é uma questão de geração, é uma questão de essa pessoa ter ficado presa numa bolha com uma realidade monossexista e exorsexista.

3- mais uma vez alguém insinuando que pessoas que não são binárias ou monossexuais são recentes, quando nem são, e isso contribui com todo apagamento que esses grupos sofrem até hoje (inclusive da galerinha que é só menino ou menina, hétero ou gay) - e o mais grave disso, na minha opinião, é a higienização e o revisionismo histórico que isso promove, pois pessoas multissexuais e fora do binário contribuíram pra caralho pelos direitos dos corpos dissidentes.

Eu relevei aquilo, respondi à pergunta, e só falei educadamente que "pessoas bissexuais e não-binárias existem há décadas".

Contudo, eu gostaria muito que gente "LGBT" acima dos 30-40 anos parasse com esse péssimo hábito de se esconder atrás de uma idade/bolha pra falar merdas assim. É por coisas assim que eu evito interagir com gente das "gerações anteriores". Ainda bem que esse não é "vanguardista" do movimento brasileiro, podia ter sido pior rs.

Mostrar mais antigos
Colorid.es

Uma instância com foco em pessoas queer/LGBTQIAPN+ que falam português. Saiba mais em sobre.colorid.es!

Qualquer pessoa pode criar uma conta, independentemente de orientação, gênero, relação do gênero atribuído ao nascimento com identidade de gênero ou corporalidade. Só não se esqueça de ler nossas regras!

Hi there, English speakers! You can see information regarding this instance by clicking here!