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Ume amigue me trouxe uma questão na qual eu já estava pensando há um tempo, que é sobre como tratar bebês e crianças em relação a gênero.

Devemos usar a linguagem que a família e outras pessoas usam? Boa pergunta. Pergunta polêmica.

Quem não quiser encrenca, acredito que não há tanto problema em usar o padrão enquanto a própria criança não reivindica outra coisa.

Agora, quem quiser causar, eu acho muito válido usar um conjunto universal de neolinguagem, ainda mais se for ume bebê. A palavra bebê já deve ser "neutralizada" por ser "comum de dois gêneros" (segundo a norma). E, além disso, considerando que estamos falando de um indivíduo que sequer entende gênero, ofendido ele não tem como ficar (*risos maléficos*). Considero também um belo ato de resistência, pois é sabido o quanto isso incomoda muito o cis-tema, que desde já violenta corpos recém-nascidos com imposições e expectativas.

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