Brilho destacado

Faz muito tempo que não refaço minha introdução, então lá vamos nós.

Um pouco sobre mim pra quem não quiser ler minha bio enorme:

Olá, meu nome é Oltiel, tenho 28 anos, moro em São Paulo capital, nascide aqui e vivi quase minha vida toda nessa cidade. Pra quem gosta de signo, sou aquariane. Sou neurodivergente, me autodiagnostiquei com depressão, não sei quais outros diagnósticos posso ter. Não sigo nenhuma crença específica, mas me considero espiritualista, tenho uma espiritualidade própria minha. Sou formade em Farmácia, sei muitas coisas de saúde. Não trabalho na área. Estou considerando uma nova graduação, que seria em ciências sociais. Gosto de ler, escrever, jogar videogame, assistir séries e animes, caminhar e pesquisar sobre um pouco de tudo. Vivo pra ativismos, podem reparar. Faço conteúdo virtual autônomo, ofereço uns freelances variados, e estou com uns projetos futuros pra conseguir uma renda e me estabilizar na vida. Não me perguntem sobre com quem eu moro. Por aqui, falo de muitas coisas, desde banalidades até altas polêmicas. Não esperem muito de mim. Entendo quem gosta de mim, quem não gosta, e quem tem sentimentos mistos.

Querem conversar sobre algo? Me chamem. Têm dúvida sobre algo? Pergunte. Não tenho critérios pra interação, só peço objetividade e (se possível) sinceridade, e também o mínimo de noção. Não levem pro lado pessoal se eu não aceitar alguém me seguir, eu sou seletive e tem coisas que prefiro escrever pra pouca gente. Se eu presenciar interações ou ações incômodas, posso falar diretamente com a pessoa, ou falar disso numa postagem explicativa. É o meu jeito, não tomem tudo que faço como indireta gratuita ou ataque.

Para mais detalhes, leiam a bio. Boas vindas a todes que estão chegando aqui. Espero que gostem do Mastodon.

Brilho destacado

Terminei um texto sobre minha descoberta e redescoberta a respeito de minha sexualidade, falando como me entendi inicialmente e como cheguei ao meu entendimento atual. ✨️🌈

Aproveitei para também lançar esse texto como parte do desse mês.

Fica aí de aviso de conteúdo: cissexismo, genitalismo e menções a genitálias, retóricas reducionistas de gênero, monossexismo, exclusão afetiva/sexual de corpos marginalizados em geral (cita racismo, gordemisia, capacitismo), links externos.

medium.com/@oltiel/sim-minha-s

Brilho destacado

Finalmente, meu texto sobre a discussão exaustiva e repetitiva sobre fetichistas na Parada, e o que essa discussão revela sobre a comunidade atual.

Aviso de conteúdo para fetichemisia e ciseterossexismo, moralismo sexual, respeitabilidade, menções a práticas fetichistas, menção a bebida e droga.

Espero que gostem!

bloguealternative.wordpress.co

Minha nova terapia virtual é vídeos de papagaios, cacatuas e outras aves fazendo graça e falando coisas fofas.

Supondo que eu faça um podcast, eu acho que iria tentar pela Anchor mesmo. :shrugs:

piada com religião 

Eu tô há muitos anos ouvindo um monte de gente dizendo: "encontre Jesus". Caramba, o cara é filho de Deus e vive se perdendo assim?! Alguém dá um GPS pro coitadinho?

Um amigo veio me perguntando de indicação de pessoas pan para um podcast "novo" de um grupos de cis gays que fazem drag. Desculpa, mas eu já não espero grande coisa quando descubro esses detalhes. Ele e um conhecido participaram de um episódio sobre assexualidade, porque esse grupo está fazendo periodicamente episódios "explicando a sigla" (medo).

Decidi ouvir o episódio sobre assexualidade, por curiosidade. Não passei de dez minutos. Logo de início um dos caras fez questão de pontuar pro meu amigo que "não entendeu nada da apresentação dele". A apresentação dele era apenas assexual e panromântico. Que que tem de tão absurdo nessa descrição e em pleno final de 2022? E, caramba, isso lá é comentário pra se fazer pra alguém convidade, e ainda pra um episódio informativo e de um segmento da comunidade? É por esse e outros tantos motivos que eu passo longe dessas plataformas "LGBT" genéricas.

comentando sobre O Príncipe Dragão (sem spoilers) 

Depois de reassistir O Príncipe Dragão e terminar essa nova temporada, percebi uma coisa: essa série é... ruinzinha. Enquanto fã de obras de fantasia e tendo meu senso crítico atual, preciso pontuar que essa série não consegue entregar uma história cativante e personagens com es quais podemos nos conectar. Nem estou exigindo alguma originalidade. O humor da série é tosco e forçado, a história se perde no que ela propõe como tema dela, o enredo acaba sendo apressado pelo limite de episódios, personagens não têm um devido desenvolvimento, e a construção daquele mundo deixa mais questões do que informações suficientemente palatáveis que podemos só aceitar para apreciar a série em si. Acho que é uma daquelas séries boas pra passar o tempo mesmo. Só recomendo pra isso.

selfie, contato visual 

Depois de quase um ano, tirei uma nova foto de perfil. ✨️🌈

Oltiel refletiu

I've collected some #Mastodon 🦣 #instances to help with the #TwitterMigration focused in #inclusion, #accesibility and #minorities. They look like safe spaces for most of us. I'd appreciate the boost and new recommendations to add to the list:

🔗🇬🇧 ableism.rip/about - space to fight ableism
🔗🇬🇧 disabled.social/about - for disabled people
🔗🇬🇧 neurodifferent.me/about - neurodiversity and neurominorities
🔗🇬🇧 iaccessibility.social/about - interest in assistive technology
🔗🇬🇧 blacktwitter.io/about - history and voices for black people
🔗🇬🇧 lgbt.io/about - for LGBT+ and allies
🔗🇬🇧 queer.party/about - queer-oriented instance
🔗🇬🇧 tech.lgbt/about - for tech workers, academics, students, and others interested in tech who are LGBTQIA+ or Allies

Please boost to reach more people!

E não se esqueçam, crianças: desobedeçam a família, desrespeitem gente mais velha, desafiem qualquer autoridade. :anarchism: :nes_fire:

Oltiel refletiu

Mastodon vs twitter 

Não seria uma boa ideia acrescentar um "...assim como no twitter, instagram e telegram, mané, não amola" nesse texto?

Oltiel refletiu

O que sinto falta na representatividade não-binária

Opinião pessoal num texto meio embolado para o rodízio de novembro.

amplifi.casa/~/Asterismos/O%20

comida, discurso antiveganismo 

"Ain comida vegana tem gosto de areia buá buá."

A menos que a pessoa tenha pedido uma porção de batatas fritas num quiosque e tenha vindo uma ventania e jogado areia da praia no prato dela, não, não tem como alguém ter comido algo com gosto disso.

Aliás, um monte de pratos estritamente vegetais fazem parte do cotidiano geral, como um prato de arroz, feijão e uma salada. Outros não tão estritos podem incluir um ovo e derivados de leite. Se alguém precisa de carne num prato pra ter "sabor" (e não ter gosto de areia haha), essa pessoa tem um paladar bastante zoado.

E pra finalizar, gente adulta falando mal assim de comida "vegana" é uma coisa tão ridícula. Acho que fica no mesmo nível de birra de criança combinado com piada tosca de tiozão de bar.

Já me perguntaram se meu nome é relacionado com anjos. Não é. Meu nome é apenas meu nome. Não tem um significado profundo. Não consigo tirar algum significado de um nome que recebi num sonho. Não acho que qualquer nome terminado em -el é propriedade de seres mitológicos ou monopólio de religiões. Meu cérebro criou esse nome de alguma forma, e eu aceito isso como meu próprio cérebro querendo dar um nome ao corpo dele, o que não deixa de ser uma iniciativa de minha pessoa. Além de ser uma ação contra uma cultura a qual sequer tive escolha de não escolher fazer parte (cultura em que nomes são dados a nós por outres). Não faço questão de um nome que contenha uma etimologia ou mensagem para serem exploradas. Meu nome é único e eu sou a origem dele. E é isso.

Não sei explicar, eu simplesmente adoro nomes curtos como sílabas de duas/três letras :3

texto longo sobre "títulos familiares" e alternativas, tangencial a heterossexismo (2/2) 

Agora, se estivéssemos num contexto em que pessoas com tais posições familiares fossem diversas, incluindo pessoas fora do binário, acredito que o uso de nans faça todo sentido. E não acho que seria inclusivo dizer "pais, mães e nans", por exemplo, pois considero a possibilidade de envolver pessoas que preferem outros títulos ou que não preferem nenhum.

Mesmo assim, títulos familiares em si me incomodam por causa de suas origens e no que implicam socialmente ainda. Prefiro mais tratar a questão de maneira mais fria, o que acaba caindo em termos mais técnicos.

Se estou falando de/com crianças e adolescentes, a palavra responsável é adequada, pois seja lá quem estiver cuidando delus, sendo progenitóries ou não, essas pessoas são responsáveis por elus. Pode até ser gente que não tem uma guarda delus, ou mesmo todo um grupo de mais de duas pessoas onde ninguém tem qualquer parentesco entre si e com elus.

E se estou falando de/com pessoas adultas, acabo preferindo termos como familiares ou parentes, ou mesmo progenitóries. Se percebo que essas pessoas têm uma relação boa com a família ou parte dela, posso optar pelos termos que elas mesmas usam para facilitar a comunicação.

Apesar disso, no meu mundinho ideal, eu aboliria todo e qualquer título familiar. Eu admito que minha posição é muito pessoal, pois me considero sem família, as pouquíssimas pessoas da família-que-nunca-tive que eu gosto não faço questão nenhuma de me ater ao parentesco entre nós, e eu me alienei tanto do conceito de família que estou convencide que todos os títulos são dispensáveis.

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texto longo sobre "títulos familiares" e alternativas, tangencial a heterossexismo (1/2) 

Que alternativa usar para "os pais" quando se está falando des familiares de alguém? Eu acho que não temos uma resposta definitiva e nem tão simples.

Penso muito nas expectativas em torno de "pais", e como muitas vezes isso vem carregando a presunção de que tal pessoa tem pai e mãe ("os pais"), mesmo que se saiba que tal pessoa pode estar vivendo com pessoas que possuem esses títulos mesmo não sendo sues progenitóries.

E penso no quanto esses títulos familiares fazem parte de todo um ideal de sociedade que, na prática, é bastante falho e acaba sendo a realidade de pouca gente. Quantas pessoas têm mesmo pai e mãe presentes, sendo sues progenitóries e formando um conjunto familiar suficientemente saudável?

Enfim, acho que tudo depende muito de contextos e também acho necessário desconstruir a instituição família. Eu realmente não quero e nunca quis que além de Dia dos Pais e Dia das Mães tivesse um "Dia des Nans". Não faço questão nenhuma de datas assim ou qualquer forma de exaltação desses títulos. E com nam/nans poderíamos estar nos referindo a pessoas de qualquer título familiar ou de todo um grupo que não seja pai ou mãe (mais provável que seria o título usado por pessoas fora do binário).

Se estamos num contexto em que "os pais" são especificamente pai e mãe, eu prefiro alongar a frase e falar sobre duas pessoas com os títulos de pai e mãe. Exemplo: sei que ume jovem tem um pai e uma mãe, e então pergunto "onde estão seu pai e sua mãe" em vez de "onde estão seus pais" ou "onde estão sues nans", ou mesmo "onde está sua família", pois família é um termo mais amplo e não quero reduzir família a apenas es progenitóries da pessoa.

Se estamos num contexto em que "os pais" estaria se referindo especificamente às pessoas com títulos de pai e mãe, e, por alguma razão, podemos saber que todas elas só utilizam esses títulos, não me importaria que fossem referidas como "pais e mães". Mas entenderia quem achasse oportuno usar nans, mesmo que ainda fosse um termo incomum e poderia nem ser compreendido pelo público.

Oltiel refletiu

Repassando:

Precisamos de ajuda urgente na aldeia Takua Ju Mirim!
Os animais da aldeia estão precisando de cuidados e comida. Convocamos todos aqueles aliados das lutas antiespecistas e indígenas que podem colaborar.

As doações podem ser feitas através de PICPAY, o pix da @coletivocuapi (Twitter)
ou pix de nosse militante @Marcusfpavani (Twitter)
. Aceitamos qualquer ajuda que também não seja dinheiro.

#Solidariedade #ResistênciaIndígena

Caramba, as unhas pretas da Wandinha são tudo!!! Quero minhas unhas desse jeitinho! *-*

Oltiel refletiu

Mastodon vs twitter 

Nossa, tem um pessoal q entra no mastodon q literalmente prefere q a gente bloqueie elas do q aprender a postar civilizadamente. As pessoas saem do twitter, mas o twitter não sai delas

Aventura de agora: um pernilongo chato apareceu aqui, ficou me perturbando, e aí foi pra cima do Lelo. Fiquei uns minutos assistindo o coitadinho do Lelo confuso, porque às vezes avistava o bicho, às vezes perdia de vista. Até que a criatura no alto de sua audácia fez o quê? Pousou no nariz do Lelo! E picou! Tava lá, sugando meu gatinho! Consegui pegar o bicho com um papel. Fui de leve fazendo uma pinça com os dedos, ele caiu, voou pro lado, caiu perto da cauda do Lelo, e então esmaguei ele. O safado estava pesado de tanto sangue. Ah, a ironia da vida! O que ele quis acabou se tornando sua perdição. Meu gato passa bem, aliás.

polícia, bolsonarismo 

Ai gente, desculpa, mas que vontade de dar uns tabefes em cada esquerdista pseudo-revu que fica indo em postagens referentes aos "atos" golpistas e indagando "onde está a polícia". Muita ingenuidade e pouca consciência política achar que: 1- a polícia foi feita para impedir esse tipo de coisa, e 2- não há policiais ali do meio de golpistas.

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