Brilho destacado

Refazendo minha intro (2022), palavras em inglês 

Hiya! :kirby_happy:

📛 Podem me chamar de Octonine, Vivian ou Aria.

:me: Fisicamente, sou uma pessoa branca, loira, de olhos verdes. Mentalmente, não tenho certeza.

📆 Nasci 92 anos depois de Cortázar.

:purple_sparkling_heart: Eu amo ficção num geral, especialmente a relação que as pessoas tem com ficção. Esse interesse que gerou minha paixão por storytelling (a arte de contar histórias) e psicologia.

:chaogameing: Eu adoro jogos e jogo quase de tudo, meus jogos favoritos são Super Mario World, Celeste, Deltarune e Doki Doki Literature Club.

:neurodiv: Eu sei que tenho alguma neurodivergência (talvez TDAH) mas não tenho diagnóstico oficial.

:GalaxyBlobAwe: Eu tenho criado um universo pras minha histórias desde 2019, e ainda não contei nenhuma dessas histórias.

:stripedsocks: Estou aprendendo a programar jogos.

:boost_anim_vanilla: Minha conta tem muito mais reflexos (boosts) que brilhos (toots). Só acho que vale a pena mencionar.

🔏 Eu quase não posto coisas somente seguidories, então não sou muito rígida com pedidos de acompanhamento (follow requests). Só tenha uma bio e uma introdução e eu provavelmente vou aceitar (pontos bônus se tiver interagido comigo antes).

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Brilho destacado

Minha apresentação/expressão de gênero (versão 2022), contém termos estrangeiros 

- Transexpressive: Alguém cuja expressão de gênero é fluida.

- Femcat: Uma pessoa não-binária feminina.

- Pardal (sparrow) ou Kiwi: Uma pessoa não-binária que não se esforça em sua apresentação. Uma pessoa que usa roupas casuais ou básicas.

- Feltro (needlefelting): Alguém que usa roupas macias e confortáveis, e possivelmente bonitinhas. Uma pessoa feltro pode ser boazinha, distraída e afetuosa.

- Carimbo (rubber stamp): Alguém cuja apresentação não chama muita atenção, mas que também inclui toques pessoais. Pode ser alguém que não gosta de chamar a atenção de outras pessoas.

- Nanquim (india ink): Um estilo não tão formal, mas que não chega a ser casual. Predominam as cores branca, cinza e preta. Pode ser uma pessoa sem muitas noções de moda, e que não se preocupa muito com isso.

- Gênero-livre: Uma identidade ambígua e definitivamente queer. A pessoa vai procurar se expressar sem ligar para associações de gênero ligadas com sua apresentação, mas pode também variá-la de acordo com disforia ou vontade. Pode envolver exploração de diferentes aspectos da mesma identidade.

Feito com base nos termos desse tópico do fórum do Orientando: forum.orientando.org/thread-17

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Brilho destacado

Toot longo sobre fotos de perfil (sim, você não leu errado) 

Eu troco bem pouco a foto de perfil.

Desde a primeira vez que eu comecei a arquivar isso (histórico de versões daquele arquivo com descrições de imagem da capa e do perfil que está na minha bio) eu só tive 6 fotos de perfil.

A primeira foi uma cena de Star vs As Forças do Mal (de 5 a 15 de abril desse ano, na conta antiga).

A segunda foi um dos meus Picrews (de 15 a 22 de abril, ainda na conta antiga).

A terceira foi outro Picrew, em pixel art (de 22 de abril a 11 de maio, entre a conta antiga e essa conta).

A quarta foi a Agente 8 (uma octoling) do jogo Splatoon (de 11 a 28 de maio, nessa conta).

A quinta foi a Diane da série Bojack Horseman (de 28 de maio a 18 de junho aka hoje).

E a atual: Futaba Sakura de Persona 5 (hoje).

Tenho quase certeza que ninguém vai ler isso... :shrugs:

AO3, Elon Musk (nunca achei que ia usar esses dois CW juntos), inteligência artificial, link para Reddit 

Então, pelo jeito o GPT-3 (o modelo de IA do Elon Musk) pode estar pegando fanfics como inspiração pra gerar textos...

reddit.com/r/AO3/comments/z9ap

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Cada vez mais percebo que meu destino é me tornar uma pessoa intragável pra maioria. E cada vez me importo menos com isso.

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ah, só pra ser mais específica: eu tenho interesse em front-end, back-end e full stack

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oi gente :blobcatcoffee:
como sei que tem muito dev por aqui, ajudem uma pobre camponesa fazendo transição de carreira: quais cursos mais substanciais e instituições mais sérias vocês recomendam, pra alguém que tá muito comprometida em entrar na área? tô pensando em coisas do tipo especializações, cursos de tecnólogo ou algo assim. algo que me dê uma base sólida e contribua de verdade pra conseguir emprego, sem eu gastar meu suado dinheirinho e perder meu tempo à toa.
eu preciso que seja remoto e me ajude a entrar de verdade na área em mais ou menos um ano. sugestões?

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Sobre símbolos neurodivergentes, majoritariamente positiva, menciona autimisia de autism speaks 

:neurodiv: é símbolo neurodivergente. Talvez tenha sido criado ou como símbolo autista ou "neurodiverso" (essa palavra era usada no início do movimento neurodivergente mas basicamente só cobria autistas e talvez mais uma neurodivergência ou outra), mas hoje em dia é usado por qualquer pessoa neurodivergente.

:aufinity: é um A com símbolo de infinito feito especificamente pra representar autismo. Outro símbolo específico a autistas são autisticats (autisticat.com/)

:borboletaTDAH: é uma borboleta com símbolo de infinito feita especificamente para pessoas com déficit de atenção e hiperatividade. (adhdgrrl.wordpress.com/about-t)

Existem alguns outros símbolos para grupos específicos por aí, inclusive bandeiras. Alguns exemplos podem ser encontrados em commons.wikimedia.org/wiki/Cat, mad-pride.tumblr.com/ e pride-flags.weebly.com/

Símbolos de 🧩 azuis ou mesmo de outras cores para representar autismo são usados por uma organização de ódio antiautista, a Autism Speaks, que finge "representar autistas" sendo que na verdade não tem gente autista na organização e as iniciativas possuem como objetivo fomentar ódio e eugenia contra pessoas autistas. Recomenda-se não usar qualquer forma de peças de quebra-cabeça para representar autismo.

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merdapostagem sobre formatos de data 

DD-MM-YYYY: beleza, faz sentido. legal

YYYY-MM-DD: perfeito. ótimo pra organizar e pra lidar com máquinas. lindo

MM-DD-YYYY: por que você odeia a humanidade?

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falatório, meta, twitter 

eu acho que um dos grandes desafios da migração do twitter vai ser deixar a mentalidade de twitter (corporativista e neoliberal) pra trás, e muita gente vai se debater pra não ter que pensar essas questões, principalmente quem tinha algum tipo de pequeno poder e influência via algoritmo (os "influenciadores" e microcelebridades da rede).
e um dos eixos principais do corporativismo é: números. quanto mais, melhor, e tudo se resume a eles. uma instância, nessa maneira de ver as coisas, só é boa se é grande e busca se expandir. mas não é assim que a banda toca, não aqui. e acho que quem se interessa em não deixar que esse espaço vire mais um lugar dominado pelos tentáculos do corporativismo vai precisar ativamente pensar esse espaço. e se recusar a várias coisas. da mesma maneira que estar aqui já é recusar o twitter, o corporativismo, os algoritmos exploradores.

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Meta, "Treta de internet vs. Treta de vida real", cita suicídio 

1 - internet é vida real

2 - os mesmos direitos fundamentais que você tem na "vida real" você tem na internet

3 - tanto é vida real que Bolsonaro foi eleito por whatsapp

4 - fica mais fácil compreender que internet é vida real quando você substitui a expressão "irl" (in real life) pra "afk" (away from keyboard)

5 - "na vida real não tem CW". Sim, e é uma merda, pessoas se matam quando sofrem assédio. Internet é real, não esqueça kiwifarms.

6 - "na vida real não rolaria a treta de cw". Não é sobre content warning. Leia os relatos.

7 - se internet não é vida real, software livre também não é.

8 - tem mais coisa, mas acho que isso basta.

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política, direitos reprodutivos, seguidorus atenção 

gente, so pra deixar nítido, eu sou MUITO pela legalização e descriminalização do aborto!!
acho que deve ser uma pauta presente pelos direitos reprodutivos, pela saúde, pelo direito ao próprio corpo, pela autodeterminação!!

dito isso, enquanto pessoa nb reinvindico uma nomenclatura que agregue as pessoas com útero, sim, pois se estão atualmente nos reduzindo a biologia, que essa seja nossa união contra o sistema!

o/\o

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transmisia; sobre o termo "pessoas que menstruam" 

reclamar que esse termo "reduz mulheres" a "suas funções biológicas" é um argumento muito merda que por que não guenta nem 2m de porrada.

o ponto do termo não é falar sobre mulheres apenas. o motivo todo do termo existir é falar sobre a função biológica que muitas mulheres tem, mas nem todas, e que pessoas que não são mulheres podem ter.... então... não ta reduzindo? o ponto é justamente expandir o grupo. a mesma coisa pra outros termos que foram citados. "pessoas gestantes", "pessoas com mamas" e sei lá o que mais.

eu, pessoalmente, nunca vi ninguém usar o termo pra reduzir mulheres à isso por que... não faz sentido. especialmente por que nem toda mulher se encaixa em nenhum deles. inclusive, eu acho que "pessoas que menstruam" é um termo que reconhece que existem mulheres que não menstruam o que pra mim é algo positivo mas eu sei lá.

é uma argumentação desonesta tu dizer que o uso desse termo "reduz mulheres a sua função biológica" sendo que ele é usado justamente pra descolar a função biológica de o que é uma mulher.

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Meta, sobre redes sociais "seguras" 

Há alguma rede social 100% segura? O mastodon seria classificado assim? A resposta mais curta é não.

A mais longa: Não existe rede social 100% segura no mundo em que vivemos. Sinto que muita gente trata a internet como uma realidade paralela ao invés de perceber que é uma "ferramenta" utilizada por pessoas reais. Assim como existe muita gente desagradável (pra não falar outra coisa) nos espaços físicos, é também a realidade dos espaços virtuais. Sempre vai haver pessoas escrotas aqui e ali, o importante é saber o que esses espaços estão fazendo em relação a isso, que diretrizes estão implementando para tornar esses espaços menos tóxicos.

Acho que é aí que o Mastodon se difere de outras redes. Ao menos aqui, há pessoas que estão genuinamente tentando fazer alguma mudança, que não se recusam a bloquear ou denunciar pessoas (ou instâncias inteiras) com posicionamentos nocivos. Claro, há algumas exceções, mas depois de frequentar a terra sem lei que era o twitter, isso importa muito pra mim.

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Normal, uma conversa entre mim e eu

“Todos nós desejamos se encaixar na normalidade”

“Por que?”

“O normal é o certo, o correto”

“Mas... o "normal" não te faz feliz”

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"Na vida real não tem aviso de conteúdo."

Bom, vamos lá:

1- Definem "vida real".

2- Se estão falando do cotidiano por fora das redes sociais, huh... tem sim? Se alguém vai num mercado, sabe o que vai encontrar. Se alguém vai num hospital, tem noção do que pode vir a encontrar. E por aí vai.

3- Na vida fora do virtual, frequentemente as pessoas precisam lidar com as coisas sem a opção de poder evitá-las. Então, assim, que bom que o virtual oferece essa opção, pois todo mundo deveria ter essa opção.

4- Esse discursinho condescendente infantiliza as pessoas num nível tão absurdo, como se elas não soubessem o que é o mundo e como lidar com qualquer coisa do cotidiano. Por trás de todo perfil aqui tem gente como todo mundo.

5- Se quem diz isso faz tanta questão que as redes sociais tenham o mesmo "realismo" do cotidiano por fora delas, ora, que passe a usar o nome real, uma foto real, e descrever tom e expressão facial quando estiver mandando mensagens escritas. Afinal, na vida real não podemos andar na rua e nos apresentar com um nome impronunciável e estar com nossa cara escondida com uma foto abstrata, e a gente fala mostrando algum tom de voz e portando um rosto com expressões.

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a Treta 

eu não ia falar nada, mas acho que é importante nessa história da Treta que quem pegou o bonde andando, quer dizer, entrou nessa rede recentemente (como é o meu caso) busque entender a dinâmica e o histórico da rede e das pessoas que estão aqui há mais tempo antes de sair falando coisa que não sabe. é bom lembrar que aqui não é a Grande Corporação centralizando e moderando todo mundo. é um esforço de pessoas voluntárias (que, logo, não têm nenhuma obrigação de sequer estar fazendo o que fazem em primeiro lugar) em construir espaços que tenham uma dinâmica diferente dos da web comercial (que adoece e desmobiliza como método). e isso custa tempo, dinheiro e tudo mais. quem caiu de para-quedas aqui há poucos dias (como, repito, é o meu caso) faz bem em dar menos pitaco e tentar entender mais. só isso mesmo

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postagem longa sobre um diálogo envolvendo a orientação lésbica e "alinhamento de gênero", tangencial a exorsexismo e monossexismo (3/3) 

Estou dividindo um diálogo denso e esquisito como esse pra ilustrar muito bem como essa retórica toda de alinhamento de gênero é extremamente confusa até entre aquelus que a defendem. E beira ao absurdo ficar policiando como alguém se identifica por causa de uma fluidez de gênero de 0,1% para tal qualidade, porque tal qualidade não deve estar inclusa em tal atração por motivos de porque sim.

Ah, e se a pessoa lá do comentário, que foi o motivo do início desse diálogo todo, me perguntasse a mesma coisa, eu diria que sim, que ela pode continuar se dizendo lésbica e foda-se. Eu poderia discorrer sobre como essa identidade começou sendo mais ampla, mas eu acho muito mais prático agora incentivar que as pessoas apenas usem os termos que querem, porque essas restrições em cima de coisas tão minuciosas são mais arbitrárias que uma defesa legítima a um termo que precisa ser defendido. E eu espero que isso mostre mais que essa coisa toda de definir atração por um conceito furado não está funcionando. Nitidamente não está. E está fazendo mais mal do que bem às pessoas.

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postagem longa sobre um diálogo envolvendo a orientação lésbica e "alinhamento de gênero", tangencial a exorsexismo e monossexismo (2/3) 

A autora da postagem responde com uma chacota discreta em relação à orientação poli. E em seguida explica que: não-binárie não é um terceiro gênero pra precisar de uma sexualidade que envolva atração por não-binárie, que pessoas n-b estão inclusas em todas as atrações de todas as sexualidades, e reitera que alinhamento e gênero são coisas diferentes. Agora vem a melhor parte.

A nova pessoa responde diretamente a isso, dizendo que: pessoas não-binárias com alinhamentos masculino e feminino não estão inclusas em todas as sexualidades, e indaga como uma pessoa lésbica se atrairia por alguém com alinhamento masculino. E aí finaliza defendendo termos como tríxique.

Eu amei isso aqui porque já presenciei tanta gente afirmando que n-b está incluse em todas as orientações que essa mesma gente se contradiz quando depois defende que as orientações gay e lésbica não incluem, respectivamente, qualquer coisa relacionada com feminino e masculino - e seguem tendo divergências de pensamento entre se não inclui gênero ou alinhamento porque ninguém definiu bem a diferença entre as duas coisas pra início de conversa. Eu sou ume sádique por rir disso? Talvez.

Chegando ao fim desse fio, a autora então se retrata em seguida, dizendo que se expressou mal, que todas as sexualidades podem incluir n-b (detalhe: podem, não que devem - mudança abrupta de discurso). E reitera que não precisamos (nós quem?) de termos de atração por certos gêneros, e que pessoas com mais de um alinhamento estão inclusas nas atrações multi (incrível que a pessoa usou mesmo esse termo).

A outra pessoa então responde que essa é a questão, que não-binárie não ser um terceiro gênero e ser um grupo muito amplo é o que justifica algumas identidades não-binárias não se encaixarem nas orientações gay e lésbica, que seriam, respectivamente, "atração de não-fem por não-fem" e "atração de não-masc por não-masc" (nem vou comentar como essa definição é mais contraditória ainda). E aí ela se proponhe a explicar como polissexualidade entraria nessa história. A autora da postagem apenas pede pra essa pessoa não defender essa orientação e pra mudar de assunto. Acabou o diálogo. Vamos dar uma respirada aqui.

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postagem longa sobre um diálogo envolvendo a orientação lésbica e "alinhamento de gênero", tangencial a exorsexismo e monossexismo (1/3) 

Eu adorei esse diálogo e vou compartilhar e comentar sobre ele aqui.

Eu estava com tédio, decidi passear pelas postagens de ódio contra a orientação poli lá no passarinho azul, e então encontrei uma postagem hilária. Acompanhem:

Uma pessoa lésbica retuitou uma outra postagem, que é de uma página lésbica, e a postagem era sobre uma pessoa que perguntava se ainda poderia ser lésbica por estar gostando de alguém que às vezes flui pro masculino. Também reiterou que isso não aconteceria com outras pessoas, e que gosta dessu alguém em questão por suas características. A pessoa do retuíte diz categoricamente que, se a pessoa gênero-fluido "for de alinhamento masculino", sim, a outra deixaria de ser lésbica; mas, se a pessoa gênero-fluido apenas flui pro masculino, não, pois "masculino não é a mesma coisa que homem".

Até aqui, o que eu acho cômico é que parece não existir um raciocínio tão bem elaborado sobre o que é um alinhamento masculino e como isso se desconecta de alguém que flui pra um gênero masculino. Eu mesme tive que reler pra entender. E, assim, se masculino não implica em ser homem, por que alinhamento masculino, por algum raio de motivo, implica nisso? Tudo bem, até aqui, nenhuma novidade pra mim, porque essa galera nitidamente não entendeu o conceito de alinhamento e se confundem nas próprias ideias contraditórias. Seguindo.

Uma outra pessoa, provavelmente amiga da autora do retuíte com comentário, responde categoricamente que lésbica nunca vai incluir masculino. Junto a isso, um link de uma elaboração paralela dela sobre essa afirmação, onde ela explica que: lésbica não inclui alinhamento masculino de forma alguma, mesmo que seja 0,1%; e então, para minha surpresa, ela defende a orientação poli para situações como essa.

Pausa para o comentário. Segundo essa nova pessoa envolvida, pelo que podemos entender, fluir pra um gênero masculino implica num alinhamento masculino, e que o mesmo continua não sendo incluído em hipótese alguma na orientação lésbica. Tá, acho que isso fez um pouquinho mais de sentido do que tudo dito antes. Continuando...

LB: Tradução da imagem: Há quanto tempo! Uh... Quem é você?

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