Brilho destacado

Toot longo sobre fotos de perfil (sim, você não leu errado) 

Eu troco bem pouco a foto de perfil.

Desde a primeira vez que eu comecei a arquivar isso (histórico de versões daquele arquivo com descrições de imagem da capa e do perfil que está na minha bio) eu só tive 6 fotos de perfil.

A primeira foi uma cena de Star vs As Forças do Mal (de 5 a 15 de abril desse ano, na conta antiga).

A segunda foi um dos meus Picrews (de 15 a 22 de abril, ainda na conta antiga).

A terceira foi outro Picrew, em pixel art (de 22 de abril a 11 de maio, entre a conta antiga e essa conta).

A quarta foi a Agente 8 (uma octoling) do jogo Splatoon (de 11 a 28 de maio, nessa conta).

A quinta foi a Diane da série Bojack Horseman (de 28 de maio a 18 de junho aka hoje).

E a atual: Futaba Sakura de Persona 5 (hoje).

Tenho quase certeza que ninguém vai ler isso... :shrugs:

Brilho destacado

Refazendo minha intro 

Howdy! :undertale:

🐙 Me chamem de Octolin.

:me: Sou uma pessoa branca, loira, de olhos verdes, criatividade (quase) ilimitada e sensos de humor, moda e política quase nulos.

📆 Nasci exatamente 92 anos depois de Cortázar.

:transhug: Eu nunca fico com os mesmos termos de gênero (só sei que não sou cis ou binárie).
:hearthands: Ainda questionando orientação também.

:purple_sparkling_heart: Tenho interesses demais pra listar aqui mas resumidamente adoro quase tudo, é raro eu não gostar de alguma coisa.

⬅️ Em Coordenadas Políticas sou ume liberal de esquerda.

🔏 Eu quase não posto coisas somente seguidories, então não sou muito rígide com quem me segue e quem não me segue. Podem me mandar DMs sempre que quiserem.

Brilho destacado

Minha apresentação/expressão de gênero, contém termos estrangeiros 

Feito com base nos termos de um tópico do fórum do Orientando

Transexpressive, meio neufox, pardal (sparrow), feltro (needlefelting) e nanquim (india ink), meio fuchs ou virid, gênero-livre e ostefluide.

Take action (one small step) on something you’ve been avoiding that will make your life better in the long run.

A comic shop in Knoxville has offered that any student who wants to can read Maus for free.

Here's hoping the school board has just Streisand-effected this great book. That'd be a heck of a holocaust memorial.

saite sobre tecnologia, cita covid, negativo, link externo 

Eu: (acho um saite interessante enquanto pesquisava sobre spyware)

Eu: hmm, que mais que tem nesse saite?

Primeiro artigo da página principal: (cita "falsa pandemia")

Eu, depois de "ler" (eu pulei a maior parte porque é gigante): :blobwaitwhat:

(link pra quem tiver paciência: digdeeper.neocities.org/ghost/)

reflexões e críticas minhas sobre objetificação de grupos minorizados (2/2) 

Como eu disse anteriormente, o tesão é espontâneo. Pra mim sempre foi mais do que natural que uma pessoa atraída por gênero X vai sentir tesão vendo duas pessoas ou mais do gênero X se pegando.

Estou ciente de pesquisas indicando que qualquer estímulo visual de sexo pode causar qualquer mínima excitação independentemente da orientação sexual de quem está vendo. Mas indo além de fisiologia, se estamos falando das condições que despertam a atração do indivíduo, fica mais absurdo qualquer tentativa regulatória disso.

Sim, estou dizendo que não vejo problema homem hétero curtindo duas mulheres se pegando, mulher hétero curtindo dois homens fudendo hard, pelo mesmo motivo que não vejo problema em qualquer pessoa heterodissidente gostando exatamente da mesma coisa envolvendo o(s) gênero(s) que desperta sua atração. É o tesão da pessoa. Ponto.

Finalmente, vamos além disso: quando esse tesão se torna "um problema"? Eu vou pelo seguinte pensamento: quando esse tesão causa mal ao indivíduo e/ou a outras pessoas. Que situações isso pode ocasionar? Talvez aproximações invasivas ("ah, que lindes vocês dues se beijando"), convites sexuais não solicitados ("topam menage"), assédios, enfim. Penso nessas coisas.

E eu penso também na simples relação do indivíduo com tal grupo. Tipo, eu percebo uma diferença gritante entre um homem hétero que procura constantemente pornô sáfico e não tem mais contato nenhum com pessoas sáficas, e um homem hétero que sente esse tesão, procura de vez quando coisas relacionadas, e tem amizades sáficas, se engaja com conteúdo de pessoas sáficas, e nunca desrespeita ou permite situações contra elas. Percebem o que quero dizer?

Pra finalizar, falando especificamente de conteúdos como mangás e animes, acho cômico gente achando que tem gente cis hétero se masturbando compulsivamente com qualquer coisa que tenha um casal dando selinho ou de mãos dadas. Essas "críticas" fazem parecer que todo conteúdo de romance é inerentemente sexual. Na minha terra isso tem nome. E dica: isso é discurso típico de conservadore que acha que casais queer podem influenciar crianças.

Obrigade a quem leu até aqui. Deixem um like, curtam, compartilhem, divulguem pres amigues, e me mandem um PIX se gostam das minhas problematizações militudas. Até.

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reflexões e críticas minhas sobre objetificação de grupos minorizados (1/2) 

Questão polêmica aqui, que é sobre essa coisa de pessoas de tal grupo estarem objetificando ou hipersexualizando ou fetichizando grupo tal por consumirem conteúdos românticos e/ou eróticos desse grupo.

Onde exatamente traçamos o limite entre uma sexualidade inofensiva e uma sexualidade potencialmente nociva? Se alguém souber, por favor, me diga; mas sem cair em moralismos e achismos, de preferência.

Assim, eu entendo que o tesão é espontâneo. Pode ser problematizado? Pode. Pode ser questionado? Pode. E pode inclusive ser reavaliado por quem o sente. Pessoas mudam mesmo: podem mudar suas preferências, podem ampliar suas atrações, enfim. Não acho que sente que já soltou pérolas como "adoro um negão" ou "tenho fetiche por trans" são um lixo e devem morrer. Basta uma autocrítica e reflexão de que fatores estão moldando ou influenciando esse tesão "predatório" (na falta de outra palavra melhor), que a pessoa começa a entender o negócio, e ela pode então experienciar uma atração mais saudável por esses grupos. Muita gente está sujeita a reproduzir essas coisas, incluindo os próprios grupos minorizados entre si.

Dito tudo isso, quando vamos nesse tópico do consumo de conteúdos românticos e/ou eróticos, penso várias coisas.

Primeiro, não tem como impedir as pessoas de consumir. Você não tem como vigiar todo mundo e o tempo todo. Então acho que não vale o esforço de ficar encucando com isso, como toda situação que não podemos controlar.

Segundo, quais são as regras? Só pessoa do grupo X podem consumir o conteúdo X? Pessoa do grupo Y é automaticamente uma fetichista nojenta e perigosa com o grupo X se consome tais conteúdos?

Terceiro, se só grupo X pode consumir conteúdo do grupo X, como ficam as intersecções? Pessoas não são só uma coisa, elas sempre pertencem a vários grupos. Por exemplo, se só homens aquileanes podem consumir pornô aquileano, isso inclui homens branques consumindo pornô com homens negres, ou aqui se traça mais uma linha, até chegarmos ao ponto de que pessoas só podem consumir conteúdos dos grupos que elas fazem parte? Tá ficando absurdo, né? Pois é.

E quatro, por que os grupos podem consumir tais conteúdos sem acusações de objetificação? Quem disse que tais grupos não podem reproduzir objetificação, da mesma forma que podem reproduzir qualquer opressão internalizada?

Problemas com percepção de identidade 

Tenho muito medo de usar "plural" como rótulo e depois descobrir que eu sou só uma singlet muito confusa :sad_dog:

Chegou janeiro, a pergunta que nunca cala nessa época do ano dentro deste país tropical: Tu usas protetor solar diariamente, faça chuva ou faça sol?

Se sim, muito bem, só não esqueça de lavar o rosto no fim do dia com um sabonete facial de tua preferência para remover o residual.

Se não, está na hora de rever isso, a grande maioria do povo brasileiro não usa e o câncer de pele representa pouco mais de 1/4 dos tumores registrados por aqui.

#ProtetorSolar #Saúde #Verão #Brasil

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#commissions #art #digitalart #chibis #gw2 #OCs #sylvari #asura

#VerseThursday TO LOVE SOMEONE LONG-TERM IS TO ATTEND A THOUSAND FUNERALS OF THE PEOPLE THEY USED TO BE., by Heidi Priebe

my boss said I needed an indicator thing outside my door to let people know if I was in / out for a minute / WFH, etc.

everybody else in the office has really boring ones, so I rigged this up out of ewaste I'd been collecting 😈

A sky-loving android didn't give up until the very end in a confusing place

Why I'm concerned about bridges between matrix and discord 

So I know some communities use a bridge between matrix and discord and for some people this will solve a problem (creating and maintaining a community), however, in my opinion it is not a good solution to the problem because of the lack of privacy.

It is true, some communities might have one or two public/open rooms, however, I think this is not always the case and if they do then not all their rooms will be open, this matters because private rooms should have their messages stay private, discord doesn't guarantee this.

Discord is not very private and profits off of everybody's data spyware.neocities.org/articles.

For those of us who care about privacy having a bridge between matrix which has end-to-end encryption and puts users in control of as much of their data as possible and discord which seeks to take all the data it can from users and profit from it, this is not a solution to the problem of maintaining privacy. #discord #matrix #privacy #bridges

Schrodinger's Pooh: Simultaneously infringing Disney's copyright, and not infringing Disney's copyright, until an observer can determine if he's wearing a little red shirt.
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#quantummechanics #disney #pooh #ip

A collaboration by anarchist filmmakers @subMedia @antimidia and Wind Born Films, #TheSocialEmpire is a forthcoming film about the world that #Facebook has set out to create, and the movements fighting for new worlds of our own.

kolektiva.media/w/jyB3HXK8NtKp

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Qualquer pessoa pode criar uma conta, independentemente de orientação, gênero, relação do gênero atribuído ao nascimento com identidade de gênero ou corporalidade. Só não se esqueça de ler nossas regras!

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