People who have a lot of gender and orientation labels are beautiful!

eu consigo ver um monte de intersecção entre capcitismo e gordomisia, é estranho não ver quase ninguém falando sobre isso... eu sei que são duas opressões super invisibilizadas, mas mesmo assim

(Não sei se isso se enquadra como arte furry) 

Mais uma rodada de quadros do meu hiperfoco mais recentes, o musical Cats.
Aqui meus dois personagens favoritos, mas quero fazer mais alguns.
:blobcatblue: :QueerCatHeart_Bisexual:

Menção a jogo de terror 

A vontade de jogar Resident Evil não é maior do que o medo que eu fico (e a certeza de que vou morrer de forma lamentável)

Que tal assistir um filme lá pelo final de janeiro/início de fevereiro?

Vote aqui no filme desejado:

🔥 - 2 - Meu problema com o Amino LGBT (CW: várias discriminações). 

E ainda nem mencionei ainda a despolitização geral lá, junto com muito preconceito contra nós aros e poliamorosos. Temos que aturar muito conservadorismo vindo dos nossos próprios irmãos.

Todos os dias o Amino LGBT é consumido por políticas de respeitabilidade, Heteronormatividade, Amatonormatividade, assimilação, centristas que nem sabem o que é centrismo ("enlightened centrism" que se chama), muita falta de conhecimento, e muita falta de pensamento crítico. É triste e decepcionante. Por isso, decidi vir pro Colorides (mas continuo lá no Amino só por causa de 3 amigos).

Já até denunciei perfis com fotos de uniformes da SS, e eu ficava chocada mais era com a staff que nem sabia o que significava SS. Estão dormindo nas aulas de história??

🔥 - 1 - Meu problema com o Amino LGBT (CW: várias discriminações). 

Esse vai ser o meu grande desabafo. Não aguento mais o Amino LGBT. Poderia ficar horas reclamando do Amino LGBT, mas vou tentar resumir a situação.

Para quem não conhece, o Amino LGBT é uma rede social com mais de 600 mil membros. Tenho perfil lá desde 2018. O Amino LGBT, comparado com outras comunidades no Amino, é a comunidade com as regras mais rígidas, PORÉM os próprios staffers e membros esquecem dessas regras. Eu lá sempre denunciei membros/posts que quebravam as regras. Eu com certeza já salvei o Amino LGBT várias vezes das garras de Bolsominions e neonazistas, graças às minhas denúncias (mesmo com os membros nem ligando pra esse perigo). E a staff, na maioria das vezes, só agem (quando agem, né) depois que há denúncias.

O Amino LGBT se preocupa mais com quantidade de membros do que com ativismo e segurança (o contrário do Colorides). Claro que agradeço muito à alguns staffers lá que ouviram as minhas denúncias, mas nem todos se preocupam com a segurança da comunidade infelizmente.

Já denunciei muita homofobia, transfobia, neonazismo, racismo, etc. Muitos desses foram banidos (ainda bem), mas outros não... por causa da maldição da "liberdade de opinião". É uma desgraça. A staff e os membros são completamente despolitizados; ainda não entendem conceitos básicos de sociologia; ainda não entendem que preconceito implícito e "inofensivo" ainda é preconceito. As regras lá são claras - é proibido preconceito, homofobia, machismo, etc. E mesmo assim é permitida a entrada de apoiadores do Bozo, conservadores, antifeministas, trolls que apoiam "orgulho hétero" e que reclamam de "heterofobia" e tal. E são banidos só depois que postam algo explícito. Mas esses idiotas são espertos; eles não vão postar logo algo explicitamente fascista ou preconceituoso. É triste ver a staff ignorando isso, e ainda caindo nos truques deles. Alguns líderes dizem ser anti-Bozo... como deixam essas atitudes repugnantes passarem??

Recentemente um líder lá que eu gosto bastante até decidiu sair do cargo porque um dos curadores estava apoiando a ideia de "cura gay" (esse também saiu, ainda bem), e alguns staffers estavam tentando passar pano pra ele. É sério.

[Continua na parte 2]...

minhas impressões sobre o livro "Todos, nenhum: simplesmente humano" 

Enfim terminei. Enrolei, mas acabei. É uma história sobre uma pessoa gênero-fluido e é relativamente conhecido enquanto uma obra não-binária.

Sinceramente? Achei mediano. Tem uma quantidade meio equilibrada de pontos positivos e negativos.

A leitura é fluida (não foi uma piada rs), achei que Riley é ume protagonista que desperta empatia ou solidariedade, suas experiências e perspectivas com gênero são interessantes, e suas relações com outres personagens são bem construídas e desenvolvidas. Eu recomendaria mais pra gente leiga no assunto, mas acredito que outras pessoas n-b, ainda mais gênero-fluido, possam apreciar.

Apesar disso tudo, não sei o quanto Riley é uma boa representação não-binária. Com exceção de uma única cena de epifania que dura só uns segundos, a fluidez de gênero é retratada constantemente como se fosse apenas fluir entre homem e mulher. E parece que não existe nem pessoas agênero ou de gênero neutro. A relação de Riley com a família é um pouco esquisita, e, apesar de ser uma família alinhada ao conservadorismo, a aceitação foi fácil demais. A designação de gênero de Riley é muito bem escondida, e isso é um problema, pois na vida real não temos isso, e na narrativa parece forçado demais ("uau, essa pessoa é perfeitamente andrógina e ninguém usa marcadores de gênero com ela"). E tem outras situações absurdas que parece coisa de uma história escrita por ume adolescente que não sabe nada do mundo.

Se tirar todas as questões negativas, é uma história boa pra passar o tempo. Mas não considero uma ótima representação de pessoa não-binária. Acho que é isso que tenho a dizer.

Perguntinha pres não-bináries daqui :fediverse: :mastodon:

O que você considera importante se houvesse uma representação não-binária em alguma instância pública?

As pessoas realmente acham que vai chegar qualquer quantidade de oxigênio em Manaus se ficarem apenas postando hashtag e coisas sobre a situação sem nenhuma informação que direcione para doações e/ou mobilizações?

Comecei a pintar os quadros pro meu quarto novo, amei demais todos que fiz.
Esses são as telas menores, a bandeira não-binária e a bandeira qufa.

:placa_naobinaria: :placaQupha:

A ficha acaba de cair, eu estou estável no mesmo gênero há seis meses, isso nunca aconteceu antes.

:blobcatsurprised: :brilho2qufa:

if you said that irl you'd realize how rude, gross, and flagrantly inappropriate that is. stop trying to make the internet a special place where sexual harassment is okay because its depersonalized (to you), because lets be clear: interrogating someone on what genitals they have is 100% sexual harassment.

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Update de Pronomes 

E é com muita surpresa que venho atualizar meus pronomes, como me sinto segura aqui sei que posso falar abertamente.

Meu conjunto de linguagem predominante agora é:

-/-ela/-a

Porém misturar pronomes não é problema e eu gosto bastante (usando também terminações neutras como elu/-e, ou ele/-e em alguns momento)

Meu nome mais novo é Circe, mas também posso ser chamada de:

:brilho2qufa: Apollyon
:brilho2qufa: Thaumiel
:brilho2qufa: Mekhane
(E mais 6 nomes)

Pessoas capazes de sentir atração por múltiplos gêneros merecem tudo de bom!

Olha que coisa mais linda
Mais cheia de graça
É elu, menine
Que vem e que passa
Num doce balanço
Caminho do mar
🎶

Estive pensando e tomei uma decisão. Esse ano darei cursos de diversidade. Tenho propriedade pra falar, tenho conteúdo, consigo fazer algo didático e interativo, e trago todos os diferenciais que se pode encontrar aqui nesse "nicho", que se preocupa com inclusão e informação atualizada.

Eu acho que mereço ganhar pelo que faço, estou precisando também, e essa pode ser uma forma de "sair das bolhas" e trazer algo diferente pra muita gente. E, assim, vejo tanta gente dando curso que não domina nem o "LGBT', então por que estou aqui sem fazer nada?

Ainda vou planejar tudo com calma, mas já decidi que darei esse passo. Em breve trago novidades. ✨🌈

Pautas que identidades não-binárias trazem à tona (toot longo) (1/2) 

- Identidade de gênero é algo que muita gente não vai ter certeza sobre, e há diversidade demais pra só colocar opções específicas em formulários. Portanto, documentos não deveriam ter gênero, e se for pra ter campo de gênero em sites e similares, não pode ser um campo imutável ou onde a pessoa não possa se descrever usando as palavras que quer.

- Da mesma forma, espaços segregados por gênero (banheiros, esportes, seguros, lojas de roupas, etc.) precisam deixar de existir. "Separar por genitália" também não é solução ou algo que faz tanto sentido quanto a maioria pensa. Proteções direcionadas a mulheres precisam ser repensadas de forma que não prejudiquem ou excluam pessoas que não são binárias.

- Se conjuntos de linguagem pessoais são uma forma de expressar gênero em línguas onde há tal distinção, coisas como pronomes e artigos precisam virar tão abertas como nomes dentro da gramática padrão.

- Nomes e conjuntos de linguagem podem mudar de tempos em tempos, especialmente para pessoas gênero-fluido. Além de pessoas precisarem ser informadas sobre isso, são necessários sistemas para estas coisas que não excluam pessoas que precisem dessa mudança (ex.: crachás diferentes com os nomes diferentes da pessoa no trabalho).

- Quando se fala sobre gênero, não dá pra agir como se só existisse homem/mulher/nenhum, masculine/feminine/neutre ou mulher/homem/estágios entre tais gêneros. Pessoas precisam ser ensinadas sobre a diversidade possível para melhorar a saúde mental de pessoas com identidades mais incomuns.

- Transição física precisa ser estudada e aplicada de formas além das focadas em pessoas trans binárias. Isso se aplica tanto a cirurgias quanto a efeitos de hormônios.

- Tecnologias que ajudam pessoas a disfarçar partes de seus corpos temporariamente (como binders) precisam ser melhoradas, porque nem todo mundo vai usá-las temporariamente "até a cirurgia".

merdapostagem sobre vacina e desinformação 

não me importo mais se a vacina tem eficácia de 70 ou 50%, só me dá logo pra mim virar jacaré e viver no lago porque tá muito calor pra ser humane

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Colorid.es

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Qualquer pessoa pode criar uma conta, independentemente de orientação, gênero, relação do gênero atribuído ao nascimento com identidade de gênero ou corporalidade. Só não se esqueça de ler nossas regras!

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