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Lótus :GhosterQueer: refletiu

Gente, atenção aqui: uma amiga lançou essa ideia para votação que regulamenta outras opções de sexo além das binárias. Apoiem e divulguem, por favor! ✨🌈

www12.senado.leg.br/ecidadania

Acho engraçado que eu consigo entender ironia mas não consigo entender quando alguém está sendo sarcastique.

Lótus :GhosterQueer: refletiu

sobre não-monogamia política 

Esteve rolando por aqui e em outras redes alguns conflitos sobre o que a não-monogamia política prega. E acho que eu poderia contribuir de alguma forma, porque também não estive satisfeite com a comunicação e umas postagens que aparecem por aí.

Quando se critica monogamia, não é a relação a dois das pessoas. Está se criticando uma estrutural social que coloca como padrão e ideal um tipo de relação, que é baseada num contrato de exclusividade afetiva-sexual que deve ser cumprido. E junto com tudo isso vem muitos estigmas e efeitos negativos, como traição ser passível de punições, culpa por desejar outras pessoas, casos de violência (em especial contra mulheres), e outras coisas.

Essa relação a dois pregada por essa estrutura não é saudável porque já pré-define uma ausência de autonomia, que ainda assim é mascarada como se fosse "uma livre e espontânea escolha". O que discussões de não-monogamia estão trazendo é questionar esse modelo de relação, e propor que relações produzam autonomia nos indivíduos. A exclusividade produz autonomia? Como ela produz se ela retira a liberdade de escolha e exige que os corpos se relacionem unicamente com um?

Inclusive, um babado pra vocês: essas discussões estão questionando até o conceito de relação aberta. Porque a relação aberta quase sempre envolve um contrato também, que não é de exclusividade, mas com condições; e isso também não produz uma autonomia plena. Relação aberta por quê? Por que antes estava fechada? Há a possibilidade de fechar de novo? Por que uma relação deveria se descrever como aberta se ela é livre de acordos e baseada apenas na autonomia?

Tudo isso pra dizer que o problema real aqui não é um casal ser um casal. É o casal se sujeitar a todo um modelo socialmente imposto que lhes tira a autonomia. Nem entro no mérito do ciúmes, porque isso muita gente sente e pode ser trabalhado. Falo da exclusividade obrigatória. Se ela não existe, o casal é apenas um casal curtindo sua autonomia, são duas pessoas que, nas circunstâncias atuais, estão apenas entre si. Isso é possível. Tem gente que só consegue desenvolver afeto com mais uma pessoa. Tem gente que só tem energia pra administrar uma relação. Há circunstâncias em que um par de pessoas fica apenas entre si porque não tem mais ninguém interessante. Mas o acordo da exclusividade não existe. Não precisa existir. É isso.

Recomendações de documentários, artigos, livros e etc, que abordam sobre traumas e abuso sofrido na infância. Pode ser conteúdo em português ou inglês, não importa.

Situação bem específica, reclamação sobre desrespeito a artistas 

Eu tenho ranço de gente que denuncia conta de artista apenas porque ê artista em questão desenhou algo explícito. Se você não gosta do conteúdo da pessoa, é só bloquear ela, não há a necessidade de tentar prejudicar ninguém.

As vezes eu fico muito preocupada com a possibilidade das pessoas que lêem minhas fics encontrarem meu perfil no app do passarinho, porque bem, minhas opiniões e escolhas de conteúdo são aparentemente polêmicas nos fandons que eu participo 😬

Olha, eu não assisti essa nova animação e não sei se a representação é problemática ou não, mas eu prefiro mil vezes ume personagem falando abertamente que é queer do que ume personagem dando indícios que é queer. Nada contra o anime, mas essa eu não tanko não.

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Eu acabei de ver um TikTok dizendo que a representação queer em Sk8 the infinity é melhor e mais apurada do que uma animação cheia de personagens queers que estreou aí feito pela Netflix. Sendo que - detalhe - a "representatividade" em Sk8 não é explícita e não há nada confirmado.

Tá aí outra razão que me faz odiar o app do passarinho. A pessoa interaje com você uma vez na vida e te segue com base nessa única interação, sem ver sua bio ou sobre o que você tweeta, sua informações e nem nada.

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:birdsite:, sobre conteúdo pró-shipper e anti-anti 

Droga, eu tenho ume seguidorie no Twitter (é uma pessoa legal e talz, e também fez arte pra uma oneshot minha), o problema é que a pessoa provavelmente não sabe o que significa pró-shipper e anti-anti na minha bio, e eu me pergunto quando a pessoa vai descobrir 😬

Lótus :GhosterQueer: refletiu

desabafo, problemáticas na comunidade bi brasileira 

Setembro já foi um mês mais positivo pra mim porque eu adoro os espaços bi e admiro a militância bi que está aí há décadas. Contudo, agora se tornou um mês meio amargo, porque percebi de uns tempos pra cá o quanto a comunidade bi brasileira está mal representada nas redes sociais.

Um monte dessus famosinhes aí são contra a identidade pan ou são exclusionistas de outras orientações multi, além de defenderem uma definição de bi excludente e fundamentada em reducionismo de gênero (que pessoas se resumem a duas leituras sociais e bi se atrai por isso). Meu desgosto maior é presenciar gente que já atacou minha orientação sexual várias vezes sendo aclamada por qualquer coisinha que falam.

Fiquem espertes sobre quem vocês tanto aplaudem nas redes (se é que vocês se importam, né).

As vezes eu me sinto como aqueles bot, só fala frase pronta e genérica. É por isso que eu sou péssima em interações sociais kkkkk.

Tô me quebrando a dois dias pra escrever um capítulo para TBJ (uma fanfic aí minha) e simplesmente não tô conseguindo desenvolver nada. Eu nem sei se vai dar pra postar capítulo hoje, aff.

Eu amo que em Once Upon a Time todo mundo que começa a série inimigue ume de outre e já tinha tentando se matar acabam virando família depois. Tipo, melhor série pra quem gosta da trope "família encontrada".

Eu estou fazendo bastante analogias com pássaros na minha fanfic e ninguém vai me parar.

Eu só não vou, sei lá, meter um pelicano no meio de uma luta de espadas.

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Eu poderia usar eles como metáfora para os acontecimentos da história, mas o problema é que eu não sei quais pássaros existiam no território da China antigamente e quais não eram encontrados por lá. Mas sinceramente, se a própria mxtx coloca batatas na obra original (em uma época em não possuia cultivação ou transportação de batatas na/para China), eu acho que também posso ser um pouco historicamente inexata.

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Eu falei tanto de pássaro no capítulo que eu tô escrevendo que agora tô me sentindo até uma observadora de aves.

Eu tenho que tomar vergonha na cara pra escrever minha fic e fazer minhas tarefas, mas eu tô com uma preguiça que pelo amor.

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