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Desabafo, raiva e citação a radfem 

Esse povo deveria admitir logo que só apoiam mulheres se elas forem brancas, cis, hetero e é claro, higienizadas. Vai tomar no cu, eu não consigo ver diferença entre esse tipo de pessoa pra os tantos homens que passaram séculos suprimindo a liberdade sexual das mulheres.

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Links para Wordpress (nossas últimas postagens) 

Aparentemente, o crossposter não está funcionando. Então aqui estão as nossas postagens recentes, que são respostas às seguintes perguntas:

existe alguma orientação em que você só sente atração por não bináries que não tem expressão de gênero masculina e por homens binários com qualquer expressão de gênero?

ajudanhincq.wordpress.com/2021

Tenho vontade de contribuir para a comunidade de alguma forma. Vocês poderiam me dizer de que maneiras posso agregar ou ficar mais presente?

ajudanhincq.wordpress.com/2021

existe algum termo pra quando uma pessoa tem expressão de gênero fluida?

ajudanhincq.wordpress.com/2021

existe alguma orientação em que você gosta da ideia de namorar alguém, mas ao mesmo tempo sente repulsa em relação a coisas consideradas românticas ou a se imaginar participando delas?

ajudanhincq.wordpress.com/2021

existe algum termo pra quando um relacionamento muda entre romântico, queerplatônico, etc. porque uma ou mais pessoas nesse relacionamento tem uma orientação fluida?

ajudanhincq.wordpress.com/2021

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gênero, essencialismo, texto longo 

Estava esses dias lendo um texto muito bom falando contra o "modelo de atração dividida", que é basicamente um conceito que explica as pessoas como tendo tipos de orientações e que essas orientações podem ser iguais ou diferentes.

O texto colocou muito bem sobre como esse modelo, que era teoricamente para explicar melhor sobre atração e não cair em universalização, acabou caindo na universalização das experiências, como se todo mundo tivesse, por exemplo, orientações sexual e romântica definidas e distinguíveis; e isso também acabou reforçando essencialismo, a ideia de que pessoas já nascem com suas orientações, ou existe algo inato nelas que as fazem ter orientações destinadas.

Apesar de eu já ter pensado nesse tópico antes e mais de uma vez, o texto me fez perceber melhor como a mesma coisa acontece com os conceitos de identidade de gênero e expressão de gênero. É quase o mesmo mecanismo: colocar esses dois conceitos como aspectos separados em todas as pessoas. Sendo que há pensamentos divergentes sobre isso e nem é novidade. Algumas pessoas acham que gênero não se expressa. Eu compreendo essa ideia. Mas também precisamos considerar que, para algumas pessoas, identidade e expressão são parte da mesma coisa: a pessoa é o que é e, portanto, expressa o que é sempre.

Essa separação entre identidade e expressão pode ter funcionado pra muita gente, mas acho que agora começou a se tornar um estorvo; particularmente, para a própria não-binaridade. Nem falo das identidades influenciadas ou definidas por expressões de gênero (que já contradizem a separação). Falo das diversas experiências não-binárias que começam na própria inconformidade de gênero, e essas são muito comuns.

Muita gente da própria comunidade não-binária, devido a esse apego enorme em separar identidade e expressão, acaba policiando as experiências alheias; consequentemente, fazendo um esforço bizarro em preservar a própria cisgeneridade, colocando várias pessoas como "apenas cis que são inconformes de gênero". E, assim, pra algumas pessoas faz realmente sentido que a cisgeneridade exista dentro apenas das conformidades de gênero. Vivências são variadas. Às vezes são aleatórias. Pra algumas pessoas, ser cis se resume a estereótipos e aparências impostes mesmo. E tudo bem.

Isso tudo me fez revisar totalmente minha abordagem sobre esses conceitos.

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gosto muito da atmosfera de acolhimento do mastodon. é confortável participar de instâncias pequenas

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não preciso ver divulgação. não tem sistema de monetização. existem poucas contas que não sejam pessoais, a tootline fica muito tranquila. não há lugar melhor

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Uma explicação sobre o termo nam que eu uso como alternativa de mãe e pai.

Conheci esse termo no :birdsite: como nan, terminado em N mesmo. Sei que foi extraído da palavra nanny do inglês. Não tenho como saber quem criou ou começou a usar primeiro.

Como eu queria algo mais próximo do nosso idioma, apenas mudei para nam, com M no final. Não sei se mais alguém teve a mesma ideia, ou inventou o mesmo termo com outra intenção.

Apesar da mudança, também achei o termo adequado devido a toda sua estrutura: começa com N, que pode remeter a neutre ou não-binárie; tem um A no meio, igual a mãe e pai; e tem um som semelhante ao ãe, e ainda se diferencia por terminar numa consoante.

Quem tiver outras propostas, pode muito bem divulgar e usar. Até o momento, não há nenhuma alternativa sendo amplamente aderida. Acredito que nam possa ser bem aderida.

Outras formas da palavra, seguindo o sistema e/elu/-e, seriam: nanam, nanzinhe, nanzone.

O termo é proposto tanto como uso pessoal quanto como um termo coletivo e indefinido (as mesmas funções do gênero gramatical inespecificado da língua padrão).

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Racismo e transmisia. 

"Blackface" e "transfake" são termos distintos. O primeiro surgiu com o propósito de ridicularizar e "coisificar" pessoas negras, já o segundo é uma tentativa CIStêmica de excluir pessoas trans que trabalham com atuação.

Eu só fui ouvir o novo álbum de Dog Park Dissidents agora e

AC: Temas sexuais, violentos e políticos

dogparkdissidents.com/album/ac

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capacitismo 

Assim, isso não é indireta pra ninguém daqui, mas essa coisa de ficar se chamando de "burre" por ter dificuldade de entender certas coisas está começando a me irritar. Não apenas pela autodepreciação, como também porque parece uma forma da pessoa se isentar de tentar entender algo. Nem estamos falando aqui de conceitos de física quântica, estamos falando de gênero e sexualidade. Não é tão difícil entender não, faz um esforço aí. 😑

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Aparentemente eu tinha esquecido de falar que escrevi uma página sobre a orientação paro? Bem, tá aqui:
orientando.org/listas/lista-de

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Aparentemente eu tinha esquecido de falar que escrevi uma página sobre a orientação paro? Bem, tá aqui:
orientando.org/listas/lista-de

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NEW VIDEO: Dealing With Chronic Pain (pt 1)

a video where I talk about what I do when the pain is bad

usual stuff, share about if you find it useful or know someone who will, comments on the video feed the algorithm and all that 💜

youtu.be/48oedUjnQ1Q

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Política, sobre o Lula/PT. 

É um fato que o governo do Lula foi o primeiro na história do país que olhou para a classe mais baixa da sociedade e a ajudou com implementações de políticas importantes que beneficiaram a população mais pobre que nunca foi incluída de verdade no sistema e sempre ficou à margem dele, mas isso nada mais é do que o básico a ser feito por ele como presidente.

Anarquistas e comunistas acreditam que isso não chega nem perto do que é possível alcançar com uma militância politizada coletiva de esquerda-radical.

Os grandes problemas atuais como o racismo, o genocídio populacional, a queermisia, a péssima econômica, etc., nunca foi por causa de uma má administração política dos governos. Todos esses problemas são estruturais, ou seja, são mantidos por um sistema maior.

Esse sistema maior é o Estado em conjunto com o capitalismo. A burguesia, que no modelo de produção capitalista detém na propriedade privada e os meios de produção que produzem as necessidades básicas da vida, não tem um projeto de desenvolvimento social e econômico interno para a população pobre, preta e dissidente.

Parafraseando o Chavoso da USP (Thiago Torres), essa idolatria que as pessoas tem sobre o Lula é um absurdo. Além de despolitizante, é contrarrevolucionário, pois a única saída que temos para uma sociedade melhor é através de uma revolução tendo como consequência a queda do Estado e do capitalismo.

Quando falamos de um Esquerda Radical e Revolucionária, não estamos falando de baderna desorganizada ou destruição de posses materiais de pessoas que não estão no poder. Nossa luta é organizada e estratégica. O radicalismo propõe contra-atacar a raiz do problema, o pilar que sustenta tudo, no caso, o capitalismo. Contudo, anarquistas e comunistas possuem métodos diferentes que eu não especificarei aqui.

Essa burguesia pode até ter o controle das instituições e do sistema, mas ela não é a maioria na sociedade e nunca vai ser. A união de toda a classe proletaria é a única capaz de derrubar o Estado e esse sistema político-econômico burguês que é a causa de todas as desigualdades sociais. Mas para que isso aconteça, precisamos ter foco na organização popular da classe trabalhadora.

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Uma instância com foco em pessoas queer/LGBTQIAPN+ que falam português. Saiba mais em sobre.colorid.es!

Qualquer pessoa pode criar uma conta, independentemente de orientação, gênero, relação do gênero atribuído ao nascimento com identidade de gênero ou corporalidade. Só não se esqueça de ler nossas regras!

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