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:birdsite:, sarcasmo, capacitismo 

Amo que existem algumas pessoas na internet que avistam uma pessoa escrota e já logo diagnosticam ela com TPN ou TPA.

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portraits of travestis, queer performers and trans people in the 70s during the Brazilian dictatorship, by Hungarian photographer Madalena Schwartz.

brasil.elpais.com/brasil/2021/

Some images from other Latin American countries, too. Schwartz started her photography studies at age 45.

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Hoje (umas 20h?) eu vou continuar a saga da pescadora uknut na fazenda Flame Hearts nomeada assim por seu avô otaku em stardew valley.

Vem rir de mim fazendo vozinha pros boneco tudo. Hahahaha

sobre dificuldades com neolinguagem 

ah é, eu esqueci daquela óbvia:

Pessoas que conseguiriam entender ou formular uma frase como "Eu sou o Júlio, e esta é minha namorada, a Laura, nós vamos dar um passeio num barco semana que vem", mas que quando estão falando com uma pessoa não-binária subitamente começam a falar tipo "eu sou e Júlio e este* é mi namorade Laura, nós vamos dar ume passeie num* barque semane que vem" como se isso fosse mais inclusivo ou respeitoso ou a única forma de não maldenominar alguém que usa neolinguagem em seu conjunto.

* geralmente quem faz isso também não tem noção de que "este", "um", "pintor", "pintores", etc. são palavras associadas com o conjunto o/ele/o. Ainda que sempre entendam que não são palavras a serem usadas para quem usa a/ela/a. :BlobThinkScreensaver:

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sobre dificuldades com neolinguagem 

Exemplos:

Pessoas que conseguem entender diferença de artigo, pronome e nome, mas não conseguem quando o pronome e/ou o artigo "são diferentes"/"parecem apelidos/nomes";

Pessoas que acham que não usar o artigo de alguém na frente do nome todas as vezes é maldenominação (mas só quando tem neolinguagem envolvida, provavelmente);

Pessoas que conseguem usar o/ele/o sem problema nenhum, mas que quando alguém usa -/ily/a ou algo assim, não conseguem entender como isso não significa que a pessoa também não usa o pronome ila;

Pessoas que até conseguem entender o conjunto ê/elu/e ou algo parecido, mas que "não entendem nada"/"ficam confusas" quando "não conseguem determinar o gênero" de conjuntos como ze/elz/e, y/ély/y, i/éli/e, etc.

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sobre dificuldades com neolinguagem 

O que mais me entristece ao pensar no quanto pessoas erram ou apontam supostos erros em exercícios de neolinguagem que não são erros é que geralmente isso vem de pessoas não verem conjuntos de linguagem que usam neolinguagem como... conjuntos normais que são usados das mesmas formas que outros.

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Non-binary people don't owe you nonconformity to their assigned gender at birth.

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questão geracional, monossexismo, exorsexismo, falácia, anacronismo, estresse 

Uma pessoa chega em mim hoje e pergunta sobre a definição de pessoas trans. Tudo bem. E então ressalta que ainda está aprendendo as coisas, pois "tem 37 anos e é da época onde só tinha menino e menina, e hétero ou gay".

Aquilo me incomodou pra caralho, e não é a primeira vez que alguém me fala isso; que tem tal idade e portanto é de tal época onde não tinham tais pessoas.

Acho isso muito muito muito bosta pelos seguintes motivos:

1- a idade não é desculpa pra ser ignorante e nem não entender coisas que "não são de sua realidade".

(só pra constar, eu sei de coisas de antes desse indivíduo nascer, e isso apenas pela boa vontade em pesquisar)

2- a pessoa faz uma associação falaciosa com geração, sendo que pessoas monodissidentes e inconformes de gênero existem e são documentadas há décadas (mais que 37 anos rs), então não é uma questão de geração, é uma questão de essa pessoa ter ficado presa numa bolha com uma realidade monossexista e exorsexista.

3- mais uma vez alguém insinuando que pessoas que não são binárias ou monossexuais são recentes, quando nem são, e isso contribui com todo apagamento que esses grupos sofrem até hoje (inclusive da galerinha que é só menino ou menina, hétero ou gay) - e o mais grave disso, na minha opinião, é a higienização e o revisionismo histórico que isso promove, pois pessoas multissexuais e fora do binário contribuíram pra caralho pelos direitos dos corpos dissidentes.

Eu relevei aquilo, respondi à pergunta, e só falei educadamente que "pessoas bissexuais e não-binárias existem há décadas".

Contudo, eu gostaria muito que gente "LGBT" acima dos 30-40 anos parasse com esse péssimo hábito de se esconder atrás de uma idade/bolha pra falar merdas assim. É por coisas assim que eu evito interagir com gente das "gerações anteriores". Ainda bem que esse não é "vanguardista" do movimento brasileiro, podia ter sido pior rs.

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eu julgando pessoas (zoeira) 

"Que pessoa linda. Pena que está sem máscara."

"Que pessoa atraente. Pena que disse ser centrista."

"Que pessoa fofa. Pena que tem ele/dele na bio."

"Que pessoa interessante. Pena que é tão... humana."

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Hello all! In the interest of finding out how the Fedi skews, I want to run another age poll. Please pick the decade that you fall in (there are two polls; if you don't belong in the first, you may belong in the second).

Boosts welcome and encouraged!

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Age poll pt. 2! Again, this may not apply to you (refer to previous toot if it doesn't).

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Friendly reminder that this instance is open for registration! 🌱🌼

If you're looking for a chill place to talk about FOSS, tech, politics, small tech, art, creativity and whatnot you can hit me up.

Boosts are ok!

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🔀 PRAGMATISMO POLÍTICO | "Médica descobre que também é autista ao ouvir diagnóstico dos filhos" 

""Colecionei diagnósticos errados e tomei medicações que não funcionavam; sempre soube que tinha algo que não se encaixava. Aprendi bem o masking, que..."

(Redação - Pragmatismo Político, 02/12/2021 12:30:15)

feedproxy.google.com/~r/Pragma

#leftwinghub_br #news #bot

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Chamando pessoal pra conversar um teco 

Pessoal aqui de :colorides: e de :mastodon: num geral que trabalham com tecnologia (programação e outras áreas), quem estiver aberte a conversar sobre o que trabalha, as linguagens com que trabalha, etc.

Eu tava conversando com um conhecido sobre ter vontade de me tornar programador pra iniciar nessa área, mas tô querendo saber mais pra me sentir motivado a dar um próximo passo meio difícil pra mim.

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🔀 BRASIL DE FATO | "Contra a invisibilidade histórica, Sharylaine rebate "pioneirismo" de Karol Conká" 

"A rapper, que está no BBB, foi apresentada por sua assessoria de imprensa como “pioneira da cena do rap” no Brasil..."

(undefined - Brasil de Fato, 02/14/2021 10:06:01)

brasildefato.com.br/2021/02/14

#leftwinghub_br #news #bot

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Androsúmique: Alguém que não é homem ou uma pessoa masculina, mas que prefere que o gênero homem seja presumido para si à primeira vista antes de alguém saber sua identidade de gênero ou seu alinhamento de gênero reais.

Embora seja uma experiência mais comum entre pessoas não-binárias, androsúmique não é uma identidade de gênero em si, apenas um rótulo para descrever um tipo de experiência, assim como uma expressão de gênero.

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Sobre a série Cidade Invisível, da Netflix. Menção a reducionismo e racismo. 

A Netflix simplesmente não liga para o que indígenas sentem em relação a representação cinematográfica da cultural delus.

A série "Cidade Invisível" simplesmente é uma versão reducionista e racista da cultura indígena, pois além de embranquecer tais representações, reduz a cultura e as entidades indígenas a um folclore.

As entidades indígenas, aliás, são representadas por pessoas não-indígenas, e as únicas pessoas indígenas que estão participando são coadjuvantes, que nem tiveram destaque na série. Recomendo não assistirem, pois estarão alimentando uma rede burguesa racista e estigmatizante, vulgo Netflix.

Eu gostaria de lembrar a quem consegue responder uma pesquisa em inglês que o Gender Census 2021 já está em andamento e vai até 10 de março: lgbt.io/@gendercensus/10570859

É para qualquer pessoa que não se encaixa completamente/somente/sempre em homem ou em mulher, e pergunta quais rótulos, conjuntos de pronomes e títulos cada pessoa usa (em contextos anglófonos).

É algo bem útil pra saber quais rótulos, neopronomes e neotítulos estão sendo usados!

A pesquisa em si pode ser encontrada em smartsurvey.co.uk/s/gendercens.

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bem provável que:
1. tenha transmissão hoje
2. a transmissão não seja de Bugsnax

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on acceptance 

a refrain that i see sometimes in bad social justice takes is that, essentially, if one is dissatisfied with oneself then that's because the dissatisfaction is generated by harmful forces, and therefore one should seek to be happy with oneself.

if you want to be more productive and overcome ADHD, this is bad because capitalism is the only reason you want to be productive. if you're a woman and want to wear makeup to feel more attractive, this is bad because you only think makeup makes you attractive because of patriarchy. if you want to lose weight because you're unhappy with your appearance, this is fatphobic because the only reason you want to lose weight is fatphobia

i remember seeing a particular egregious example of the adhd thing where someone basically said "if you want to do X but you don't do it, then you never wanted to do it in the first place", which seems... incorrect to me. the phenomenon where one knows one *ought* to do X but doesn't do it anyway is very real! 'akrasia' is a super useful term to know; i've also seen people talk about higher-order volition (as in, i don't want to exercise, but i want to want to exercise).

and this seems pretty unhealthy? like, for me, cleaning off my desk is self-care. i feel way better when i do it. but it sucks to do short-term, it's unpleasant, and it forces me to confront the fact that i *let* it get that messy. but i don't think the answer here is to learn to just be happy with a messy desk?

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