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if you make sexy clothes but you stop at 1XL you’re a coward

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opinião sobre "didática agressiva", menciona uns termos problemáticos 

Longe de mim querer policiar o tom alheio. Só que eu continuo achando uma ideia ruim fazer um conteúdo com a intenção de ser didático, seja um texto ou vídeo, e explicar as coisas como se fossem óbvias pra todo mundo, e ainda por cima xingando as pessoas ("entendeu, arrombado?", "aprende, seus burros!"). Assim, eu consigo ver essas coisas até o fim e foco no conteúdo. Mas entendo quem se incomoda e perde o interesse.

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sexualidade, referências sexuais, menções a fetiches, discriminação anti-fetichista, contém links externos 

Texto meu falando sobre fetichismo, o que define um fetiche, os problemas de "fetichização" de pessoas, que discriminações fetichistas podem passar, e outras questões paralelas.

bloguealternative.wordpress.co

O dicionário do Firefox reconhece a palavra autodeterminação, mas não a palavra autodeterminar. :thinking_rotate:

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escrevi sobre como seu relacionamento vanilla pode se beneficiar de noções básicas do BDSM aqui:

lunalogy.wordpress.com/2020/06

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Bolsas para o curso Publicadores de Dados

A Escola de Dados está com inscrições abertas para pessoas interessadas em receber bolsas gratuitas no curso ‘Publicadores de Dados’. A chamada visa aumentar a diversidade do curso nos quesitos regionais, raciais e relativos ao gênero, além de democratizar o acesso ao conhecimento.

🔶 PRÉ-REQUISITOS

Atuar em instituição pública ou da sociedade civil em que há rotinas de trabalho com publicação de dados ou possibilidade de implementá-las;

Ter disponibilidade de participar do curso integralmente (de 28/08 a 1/10).

🔶 CRITÉRIOS DE SELEÇÃO

Serão priorizadas pessoas que atuem com políticas públicas para a população indígena ou que sejam lideranças políticas indígenas na região da Amazônia Legal;

Diversidade de gênero, raça e geografia;

Potencial de aplicação e disseminação do conhecimento adquirido no curso.

🔗 saiba mais: escoladedados.org/2020/07/bols

:boost_anim_vanilla:

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Gender PSA 

Please do not use AMAB/AFAB for any of the following:

- To differentiate those with penises from those with vaginas
- To differentiate those who can bear children fro those who cannot
- To differentiate femme presenting people from masc presenting people
- To differentiate those who experience misogyny from those who do not
- To differentiate people who menstruate from people who do not.

Don't assume that any particular birth assignment is correlated with a particular way to gender.

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argumentos contra microcomunidades, capitalismo 

"cunhar trocentos termos para identidades é um sintoma de um sistema capitalista neoliberal", dizem, ainda que queiram que identidades de gênero e orientações sejam reduzidas a uma ou umas poucas caixas mais fáceis de usar como grupos de consumo, que o trabalho de quem arquiva e organiza tais identidades pare porque não é útil para a economia, que o bem estar de indivíduos ao descobrir e definir as próprias identidades seja visto como inútil e ridículo porque parte de se descobrir como categorias que não foram impostas pela sociedade formal e que não são definidas por que tipo de produtos alguém vai consumir,

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Representatividade multi na tv 

Eu amo que, uma personagem mulher que é multi só é considerada uma representação queer válida quando essa mulher termina com outra mulher na obra, a mesma coisa com homens multi. Eu pensava que multi significava atração por mais de um gênero mas eu acho que estava enganada :shrugs:

argumentos contra microcomunidades, capitalismo 

"cunhar trocentos termos para identidades é um sintoma de um sistema capitalista neoliberal", dizem, ainda que queiram que identidades de gênero e orientações sejam reduzidas a uma ou umas poucas caixas mais fáceis de usar como grupos de consumo, que o trabalho de quem arquiva e organiza tais identidades pare porque não é útil para a economia, que o bem estar de indivíduos ao descobrir e definir as próprias identidades seja visto como inútil e ridículo porque parte de se descobrir como categorias que não foram impostas pela sociedade formal e que não são definidas por que tipo de produtos alguém vai consumir,

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:placa_embinarica: Embinárique: Alguém que sente atração por pessoas não-binárias, exclusivamente ou não.

Este termo ocasionalmente é definido como "alguém não-hétero que sente atração por pessoas não-binárias". Porém, como atração por pessoas não-binárias não é inclusa na heteronorma, qualquer pessoa embinárica já não é hétero.

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:placa_femarica: Femárique: Alguém LGBTQIAPN+ que sente atração por mulheres, exclusivamente ou não.

Um homem bi pode ser femárico, uma lésbica pode ser femárica, uma pessoa não-binária acefluxo pode ser femárica, um homem trans hétero pode ser femárico, uma mulher pan pode ser femárica.

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:placa_mascica: Mascíque / Mascúlique: Alguém LGBTQIAPN+ que sente atração por homens, exclusivamente ou não.

Um homem panromântico pode ser mascúlico, uma pessoa não-binária viramórica pode ser mascúlica, uma mulher intersexo hétero pode ser mascúlica, ume maverique urânique pode ser mascúlique.

Identidades de gênero que poderiam ser mais populares

orientando.org/2020/07/identid

Nesta postagem, eu gostaria de destacar termos que vejo que poderiam se encaixar a muitas situações que presenciei, mas que são conhecidos e/ou utilizados por pouquíssimas pessoas.

Reduzir opressão ao que pessoas veem de fora é simplista em vários sentidos para todos os grupos marginalizados. Mas eu gostaria de escrever um pouco sobre a questão de como pessoas a-espectrais sofrem mesmo que não estejam "sendo vistas em relacionamentos errados". 

1. A ideia de que pessoas precisam amar/querer fazer sexo para serem humanas ou adultas existe. Alguém que não demonstra tais desejos pode ser excluíde de círculos, sofrer bullying, ter sua saúde mental danificada por achar que tem algo errado por ser quem é, etc.

2. Pessoas que não demonstram desejo pelo "gênero certo", ainda que não demonstrem desejo por outros gêneros, podem acabar sendo direcionadas para fazer terapia de conversão. unicorn-march.tumblr.com/post/

3. Se alguém tem um tipo de atração sem ter outro(s), ter relacionamentos duradouros é mais difícil. Além disso poder ser prejudicial à saúde mental, a sociedade capitalista pressupõe que cada pessoa vai formar um casal e ter uma família, de forma que é difícil viver sozinhe e que heranças levam muito mais em consideração laços de família tradicionais do que amizades ou companheires que não estão em união estável, mesmo que fossem dependentes.

4. Não sentir desejo de estar com alguém de uma forma ou de outra faz com que pessoas estejam mais vulneráveis a abuso sexual e/ou emocional com a intenção de "corrigir" a orientação da pessoa.

5. Pessoas que não sabem que são a-espectrais acabam sendo mais vulneráveis a estes problemas, pois só veem que são diferentes sem terem uma comunidade que as entende ou termos para se descreverem. Alguém que não sabe que é assexual e que tem pouca libido também pode ser susceptível a entrar no critério para síndrome do desejo sexual hipoativo e ser receitade remédios para tentar "curar" isso.

6. Uma série de orientações a-espectrais é percebida externamente como "abusiva", pela pessoa não conseguir reciprocar atração sexual/romântica ou querer ter um relacionamento que é uma coisa e não outra. Isso pode causar consequências na vida social de alguém.

Atualização: eu achei a orientação ain- na lista do PFC, mas nada de bandeira ou link de origem...

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Qualquer pessoa pode criar uma conta, independentemente de orientação, gênero, relação do gênero atribuído ao nascimento com identidade de gênero ou corporalidade. Só não se esqueça de ler nossas regras!

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