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Recursos sobre neolinguagem, linguagem neutra e linguagem pessoal 

Ao invés de manter postagens que não tenho como mexer, decidi colocar todos os links que tenho em relação a tais assuntos em singlelinks:

singlel.ink/u/neolinguagem
Este link contém informações sobre o que é neolinguagem, para que serve, quais são as palavras alternativas que existem para pares como pai/mãe e meu/minha, como criar palavras dentro da neolinguagem e afins.

singlel.ink/u/conjuntos
Este link contém informações sobre o sistema artigo/pronome/flexão. Isso inclui como utilizá-lo, exemplos de conjuntos, como demonstrar o próprio conjunto, motivos para sinalizar o próprio conjunto e afins.

singlel.ink/u/linguagemneutra
Este link contém informações sobre linguagem neutra (usando neolinguagem ou -/-/-), como quando e como utilizá-la. Estou apenas incluindo recursos que respeitam que outras pessoas podem querer usar outros conjuntos como linguagem neutra e/ou pessoal.

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Eu tenho um Padrim! (+ outras informações sobre doações) / toot longo 

Estou longe de estar em qualquer tipo de crise financeira, mas não ganho meu próprio dinheiro e acho que meu trabalho como alguém que ensina sobre identidades queer e mantém comunidades para pessoas queer ajuda mais gente do que se eu for fazer algo que só vai ajudar a mim e a pessoa que me contrata.

Também aprecio se alguém quiser ajudar por causa dos custos do servidor, ou porque algo que escrevi ou moderei/administrei te ajudou com tua identidade, etc.

De qualquer forma, quero ressaltar que ninguém precisa se sentir pressionade a me dar dinheiro nem nada, mesmo que :colorides:/:orientando:/os gráficos e temas que faço/etc. sejam super importantes pra você.

Enfim, aqui está meu Padrim:
padrim.com.br/aster/

Padrim é mais legal por conta das postagens exclusivas pra quem apoia, mas também é possível me mandar dinheiro por:

Liberapay - liberapay.com/asterisco

Ko-fi - ko-fi.com/asterisco

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Introdução nova (toot longo) 

Sou Aster, administradore de colorid.es e do site orientando.org. Também ajudo com ajudanhincq.wordpress.com.

Adoro coisas sobre identidades /LGBTQIAPN+, e, por isso, sei bastante sobre rótulos relacionados a gêneros e orientações. Sinta-se livre para pedir ajuda com isso!

Eu fiz alguns bots de positividade (@Positividade e @PosiBot), sinta-se livre para seguir e para me dar ideias de outras identidades.

Também já fiz alguns temas para o Mastodon, e muitos emojis, especialmente de orgulho! Sinta-se livre para copiá-los para sua instância. Aqui estão alguns: :estrelaDemissexual2: :s2_xenogenero: :flor_gq: :s2pixArcoIris: :pixela_arofluxo: :QueerInvader: :eu: :eu_s2: :chimarrao:

Também tenho algumas coisas disponíveis em starrypride.neocities.org.

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Algumas coisas sobre interação, toot longo :BoostNo: 

• Por favor, não leve para o lado pessoal se eu não aceitar que você me siga em outras contas.

Esta conta é um pouco mais pública por eu ser admin, então em geral não forço pessoas a parar de me seguir aqui, mas eu tenho muito a duvidar de suas intenções se eu não te conheço, o conteúdo de sua conta não tem nada a ver com o que eu posto em outras instâncias e/ou parece que você só está seguindo um monte de gente sem ligar pro conteúdo;

• Por favor, não leve para o lado pessoal se eu não seguir de volta.

Os motivos para isso frequentemente têm a ver com o que foi colocado acima e com o que está abaixo.

• Por favor, não leve para o lado pessoal se eu parar de te seguir.

Tem vezes que isso vai acontecer por você estar postando demais pro meu gosto.

Tem vezes que vai ser por conta de avisos de conteúdo não sendo utilizados em coisas que eu gostaria de ter uma preparação mental antes de ver.

Tem vezes que vai ser por conta de eu estar em um dia ruim e não querer ver postagens que me lembram de situações de chacota/bullying/maldenominação que já sofri.

Nenhuma dessas coisas significa que você deveria mudar o jeito que posta; só significa que não é pra mim, ou que eu tive o azar de não ser pra mim em algum momento.

Algumas vezes isso acontece por vocabulário e/ou retórica problemátique; eu já vi e experienciei muitas vezes onde conversar não deu certo, então não vou tentar mais a não ser que eu tenha bastante contato com a pessoa, e acho que parar de seguir é menos estressante para ambas as partes.

(A não ser que seja na minha instância, porque aí vamos ter que conversar/deletar a postagem/avisar/etc.)

Acho que todas as pessoas merecem ter espaço para crescer e aprender, e não apoio fazer um espetáculo em cima de alguma pessoa aleatória por conta disso. Então é até possível eu falar sobre isso sem referenciar a pessoa ou a postagem específica, para tentar fazer um grupo maior de pessoas entender que algo é errado e/ou me incomoda.

• Em qualquer um desses casos, eu não vou me ofender se você quiser me perguntar coisas ou interagir com minhas postagens.

ás :placaEspadilica: refletiu

Quando eu era pequeno meus pais não falavam "tal pessoa é gay" ou "lesbica", eles usavam um eufemismo, era o "Tem os instrumentos".
Lá por 2005 "Você acha que Rick Martin tem os instrumentos" diz minha mãe para meu pai, ele confirma que sim. Na época achei se tratar de música, mas era repetidas vezes. Só fui saber quando falaram que uma tia "tinha os instrumentos" e tava saindo com outra mulher.

ás :placaEspadilica: refletiu

pequenas satisfações da vida: bloquear rastreadores :blobcatcoffee:

ás :placaEspadilica: refletiu

quantas contas ativas (que tu posta ou pelo menos abre com alguma frequência) você tem no masto?

ás :placaEspadilica: refletiu

Boate Kiss 

Eu morei 10 anos em Santa Maria, vivi o domingo terrível de 27 de janeiro de 2013 e hoje, quase 10 anos depois, o que dói mais é saber que os pais de vítimas ainda buscam justiça mesmo com a condenação dos réus no maior julgamento da história do Rio Grande do Sul. Escrevi sobre isso aqui: elmo.tec.br/meialuz/santa-mari

ás :placaEspadilica: refletiu

Sobre procurar conteúdos que você desgosta, antis, redes sociais 

Eu automaticamente sei quando antis procuram ativamente por conteúdos que não gostam, quando reclamam que toda hora se deparam com ships e tropos "problemáticos" na internet. Vamos lá, eu acho isso bem questionável, sinceramente.

É um pouco complicado encontrar esse conteúdo porque uma grande maioria das pessoas que os criam têm medo de sofrer assédio e evitam postar nas tags dos fandoms aos quais fazem parte. As vezes isso muda quando é de um fandom de uma produção que aborda temas pesados e com personagens com moralidade cinza, mas depende muito. Existem antis até no fandom de Hannibal, por exemplo. Mas no geral, não é tão fácil ter acesso a ele.

O que indica que algumes antis não bloqueiam/silenciam pessoas e conteúdos que não gostam, e até insistem em procurá-los. Talvez para praticar assédio ou fomentar esse pânico geral de "Oh, meu deus, o nosso fandom tá infestado de gente nojenta/problemática".

ás :placaEspadilica: refletiu
ás :placaEspadilica: refletiu

Muito provavelmente não vou conseguir ir então vou deixar aqui o convite pra galera do RJ

ás :placaEspadilica: refletiu

#Recomendo o livro "A Vida e as Mortes de Severino Olho de Dendê" do Ian Fraser

É uma ficção científica com muita comédia, e muitas referências musicais, tem até uma playlist no Spotify com todas as músicas que são citadas no livro. E começa com AmarElo, só pra ter uma noção!

Tem muita coisa da Bahia também, é uma história que se passa numa época que descobriram que azeite de Dendê serve de combustível pra nave espacial e o Nordeste vira o grande centro do Brasil (e do Universo)

ás :placaEspadilica: refletiu

Vcs já viram a flor do feijão fradinho? (primeira vez que planto e que vejo) :bulbaww:

diadismo e queermisia estrutural + linguagem duvidosa 

...enfim, fora isso, a insistência da terminologia "pessoa nascida intersexo"/"pessoa nascida trans" de uma das pessoas e ser no :instaburn:

A transmissão intersexo do Planeta Foda foi ótima! Eu nem sabia que presídios possuem informações sobre intersexualidade de forma que outros órgãos públicos não se prestam a ter (:yikes:).

Também gostei de terem levantado o questionamento sobre como crianças INCQ+ (principalmente) são apagadas, com a questão de não existir banheiro sem marcação binária ou das turmas divididas entre meninas e meninos.

Fiquei até com vontade de acompanhar o resto... ainda que tenham falado sobre uma das transmissões serem sobre "os não-binários" :blobsweats:

ás :placaEspadilica: refletiu

exorsexismo, questões internas da comunidade trans, desabafo (1/2) 

Vou aproveitar o mês pra soltar um negócio que não me desce bem até hoje. Criticamos tanto gente cis, mas vocês já repararam na quantidade grande de mulheres trans, homens trans e travestis que cagam e andam pra pessoas não-binárias? Casos como da Brigitte ilustram bem os sentimentos e as vontades que parte da comunidade trans tem com não-bináries.

Todas as demandas da comunidade não-binária, ironicamente, trazem benefícios para qualquer pessoa trans e ainda inclui qualquer inconformista de gênero (sim, inclui pessoas cis). Agora, as demandas de pessoas trans binárias (e parte des travestis) só dizem respeito a elas, a princípio. No máximo, contemplam não-bináries que fazem transições parecidas ou iguais a de pessoas trans binárias.

Quando vou num evento com tema de visibilidade trans, num espaço que emprega pessoas trans, e a recepcionista trans me maldenomina duas vezes seguidas, mesmo com eu corrigindo em ambas, além de não se desculpar e ficar me olhando com cara de paisagem, percebo o quão bizarras são essas dinâmicas. Essa pessoa, mesmo nem "sendo passável", não precisa se preocupar em respeitar ume ninguém como eu. Ela está lá com nome socialmente feminino, com uma expressão social suficientemente feminina, num local com outras e comandado por pessoas transfemininas assim como ela, e pra ela está ótimo. Ela "não precisa de mais nada" até aqui pra exigir o mínimo de respeito, porque o respeito é ainda garantido pra ela.

Agora se chega ume jovem meio andrógine chamade Oltiel, mesmo vestindo uma roupa da sessão feminina e com um botom escrito "-/elu/e", parece que eu preciso muito justificar toda a minha existência e de alguma forma conquistar a boa vontade alheia pra ser minimamente respeitade por gente trans num local que ainda me chamou pra palestrar. A Jéssica (nome hipotético) com seu vestido e maquiagem e algum peito pode exigir o devido tratamento numa boa. E eu? Como fico? Esse é um exemplo do divisor entre pessoa trans binária e não-binária. Porque ainda me parece que a Jéssica pode criar uma expectativa de que ela estará sempre feminina daquele jeito, ou talvez que ela estará mais feminina depois de umas doses de estrogênio. E que expectativas podem ser criadas em cima de ume não-binárie designade homem que não quer se hormonizar e usa um tratamento gramatical "esquisito"?

"todas, todes e todos" e expressões similares só servem pro conforto binário 

"mas o que é pra fazer, então?"

- usar só um conjunto pra se referir a grupos/indeterminações (pode ser e/elu/e, i/il/i, le/élu/e, y/ily/y, ê/ilu/e ou o que for)

- sim, eu garanto que todo mundo vai entender, podem até racionalizar como o/ele/o no cérebro

- se for um ambiente formal onde neolinguagem vai prejudicar a vida, a solução não é colocar neolinguagem como terciária ao lado de palavras que usam conjuntos binários, e sim evitar qualquer marcação específica (-/-/-)

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"todas, todes e todos" e expressões similares só servem pro conforto binário 

- porque assim dá pra agradar àquelus que usam conjuntos padrões que se sentem desconfortáveis ao serem incluídes em formas de linguagem neutra que usam neolinguagem

- porque assim são apagadas as possibilidades de outros elementos de conjuntos de linguagem, e a uniformização de um gênero linguístico neutro enquanto se invalidam outros conjuntos tanto deixa tal conjunto neutro como menos numeroso e outros conjuntos como subjugados aos padrões e a um neutro arbitrário

- porque assim se propaga o mito de como neolinguagem "complica tudo", já que o uso de palavras repetidas três vezes com a exceção do final toda vez que um final neutro é necessário deixa falas/textos longues e repetitives

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Lembrando que hoje não é dia de pedir IFOOD, paralisação nacional da categoria.

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Delo-/Dello-: Alguém que sente atração por múltiplos gêneros, sendo que para um ou mais gêneros a pessoa sente atração facilmente enquanto que para outro(s) é necessário que uma conexão seja formada antes da pessoa conseguir ter atração.

É possível dizer que delo é um subtipo de paro.

:placaDelossexual: mostra a bandeira delossexual.

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:placaMultitransicional: Multitransicional: Alguém que usa mais de um termo entre transandrógine, transaporine, transfeminine, transmasculine, transneutre, transnule, transouterine, transxenine ou afins.

Este termo pode ser abreviado como multitrans.

ás :placaEspadilica: refletiu

:placaVacuobinaria: :placaVacuobinaria2: :placaVacuobinaria3: Vacuobinárie: Uma identidade de gênero que só pode ser descrita como uma sensação de vácuo ou vazio onde se espera que tenha algum sentimento relacionado a qualquer gênero.

Esta identidade não tem nada em comum com gêneros binários, e é baseada em rejeitar o binário de gênero e qualquer relação com ele.

ás :placaEspadilica: refletiu

Estou torcendo pelo sucesso de pessoas vacuobinárias!

ás :placaEspadilica: refletiu

Espero que homens gays NB estejam se sentindo cada vez melhor!

ás :placaEspadilica: refletiu

Esta é uma das minhas fotos prediletas da Alice Brill. Acho que retrata bem uma das atividades que mais consomem o tempo dos paulistanos.

Filas em pontos de ônibus no vale do Anhangabaú, cerca de 1953. Acervo do IMS.

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